A rede de escolas de idiomas CNA está apostando em gamificação para revolucionar o ensino do inglês. Para isso, a empresa criou o CNA Go, plataforma para ensino de inglês, desenvolvida com participação da DB1 Global Software, multinacional de tecnologia sediada em Maringá (PR). O CNA Go mescla atividades on-line (75%) e presenciais (25%), promovendo a interação de alunos do mesmo nível com o apoio de áudios, vídeos e professores on-line.
A nova plataforma de software desenvolvida pela área de IT Services da DB1 foi inspirada na estética dos mapas de metrô e é adaptativa, com uma metodologia que se adapta à maneira de aprender do aluno. Além disso, foi construída no conceito de gamificação, utilizando contextos relacionados a jogos e permite a criação de ferramentas de engajamento por meio de três elementos principais: motivação, dados e interação. A medida que os novos territórios são explorados, os alunos são recompensados pelas atividades completadas.
Jaime Cará, coordenador de tecnologia educacional e EAD do CNA, destaca que o projeto foi desafiador em muitos aspectos, especialmente em relação ao prazo e à busca de uma solução técnica partindo somente de um conceito. “As pessoas acham que criatividade é desenhar a partir de uma folha em branco. Mas na verdade ela tem a ver com resolução de problemas, da articulação dos recursos, pessoas e ideias à disposição e dos objetivos que convergem em uma solução única que não existia anteriormente”, diz Cará.
Para dar conta de tanta inovação, desde agosto de 2017, cerca de 25 profissionais da DB1 foram envolvidos no desenvolvimento da plataforma CNA Go. “Desenvolver um projeto desse porte para o CNA e com abrangência nacional nos enche de orgulho. Nosso grande desafio foi calibrar constantemente o desenvolvimento de software para acompanhar a estratégia pedagógica do cliente”, explica David Santos, diretor da unidade de IT Services da DB1.
Victor Cobo, gerente do projeto na DB1, afirma que o CNA Go foi um grande desafio devido ao prazo alinhado e à complexidade tecnológica. “Tivemos de entender a necessidade do CNA, aprender junto com eles e formatar um processo de trabalho singular que atendesse ao projeto com todas as suas particularidades”, afirma. “Os profissionais do CNA cuidaram de todos os detalhes para que a nova plataforma cumpra seus objetivos pedagógicos com o usuário final, ou seja, os alunos. Isso foi muito gratificante”, comenta.
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