Costumo dizer que a mudança é a nova constante. Vivemos em um mundo líquido, com transformações cada vez mais aceleradas. Não há como lutar contra ou resistir aos avanços. Inevitavelmente, a tecnologia irá substituir o trabalho de muitas pessoas. E, acredite, não estamos falando apenas de funções meramente operacionais. Muitos profissionais diplomados poderão ser facilmente substituídos por inteligências artificiais num futuro não tão distante.
Arthur Igreja e Allan Costa, especialistas e fundadores do AAA, plataforma especializada em tecnologia, inovação, disrupção e economia transformadora, apontaram em um estudo para a revista Exame, algumas das profissões que devem desaparecer já na próxima década. Quer conhecer algumas?
Anestesista: outra profissão que deve acabar é a de anestesista. A Johnson & Johnson já desenvolveu um robô que aplica anestesias em pacientes que serão submetidos a tratamentos mais simples em clínicas e hospitais. O custo por procedimento cai de 2 mil para 150 dólares. Um único médico é capaz de acompanhar múltiplos procedimentos paralelamente.
Se você é profissional de alguma dessas áreas, não se desespere. Muitas outras profissões serão criadas e em várias áreas. Você precisará apenas se adaptar. Analise suas habilidades e como elas podem ser utilizadas para novas demandas. Mas, não espere tudo mudar para começar a se mexer. Em inovação, o único erro é achar que nada vai acontecer.
*Por Marília Cardoso, jornalista, com pós-graduação em Comunicação Empresarial, MBA em Marketing e pós-MBA em inovação. É empreendedora, além de coach, facilitadora em processos de Design Thinking, consultora e professora de inovação. É fundadora da InformaMídia, agência de comunicação, e sócia-fundadora da PALAS, consultoria de inovação e gestão.
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