Nos últimos anos, a cadeia de suprimentos tem sido um dos principais alvos dos cibercriminosos. Embora esse aumento de ataques possa ter muitos fatores, um dos mais importantes é a pandemia cibernética. Segundo a Check Point Software Technologies, em 2021 as organizações sofreram 50% mais ataques cibernéticos por semana em redes corporativas em comparação com 2020, no mundo. Já as estatísticas sobre o Brasil apontaram que, em média, as organizações no país foram atacadas 1.046 vezes semanalmente, um aumento de 77% comparando os períodos de 2020 a 2021.
De violações de dados a um ataque de malware na cadeia de suprimentos, os cibercriminosos se aproveitam das relações de confiança entre diferentes organizações. Esse tipo de ameaça tem como alvo o elo mais fraco de uma cadeia de confiança. Se uma organização tiver uma segurança cibernética forte, mas o seu provedor não, os cibercriminosos terão como alvo esse provedor.
Os cibercriminosos geralmente aproveitam as vulnerabilidades da cadeia de suprimentos para distribuir malware. Um tipo comum de ataque à cadeia de suprimentos são os provedores de serviços gerenciados (MSPs). Eles têm amplo acesso às redes de seus clientes, o que é muito valioso para um atacante. Depois de explorar o MSP, o cibercriminoso pode facilmente expandir para as redes de seus clientes.
Apesar dos perigos, a Check Point aponta as técnicas destinadas a proteger uma empresa:
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