O alvo do serviço são os assinantes do serviço de banda larga que não são usuários da linha telefônica fixa – modelo que já tem cerca de 7 mil clientes, de acordo com a operadora. De qualquer forma, o presidente da tele diz não acreditar que a novidade possa canibalizar sua própria oferta de voz. “Para o consumidor final, VoIP ainda é muito incipiente”, justifica.
Regulação
Knoepfelmacher aproveitou ainda para comentar sobre os assuntos pendentes no setor de telecom considerados por ele “os mais urgentes”, como a assinatura dos contratos de concessão, a portabilidade numérica e a questão do telefone social. Segundo ele, deve-se chegar a um modelo que combine as propostas do ministro das comunicações, Hélio Costa, e da Anatel e que seja viável para as operadoras. “A questão da elegibilidade é um dos fatores decisivos para que possamos chegar a um modelo viável e que permita inclusão digital para muitas pessoas”, comentou.
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