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Assinaturas globais de 5G devem atingir 5,3 bilhões em seis anos, aponta Ericsson

A cobertura 5G continua expandindo mundo afora. Segundo estimativa da Ericsson, quase uma em cada cinco de todas as assinaturas móveis globais será assinatura 5G até ao final de 2023. De acordo com o “Ericsson Mobility Report”, 2023 vai encerrar com 610 milhões de novas assinaturas 5G, o que representa um aumento de 63% em relação a 2022. O número atualizado eleva o total global para 1,6 bilhão, cerca de 100 milhões a mais do que o previsto anteriormente.

Entretanto, em sua vigésima quinta edição, o relatório apresenta uma nova extensão no prazo superior para previsões estatísticas, indo de 2028 para 2029. Em linha com as edições recentes, o relatório de novembro de 2023 confirma banda larga móvel aprimorada, acesso fixo sem fio, jogos e AR/VR/-baseados em serviços, como os primeiros casos de uso mais comuns do consumidor para 5G.

Leia mais: Anatel libera faixa de 3.5 GHz que dá acesso ao 5G a mais 623 municípios

Os países da América do Norte continuam liderando na adesão de assinaturas 5G. Até o final deste ano, espera-se que a região tenha a maior penetração de assinaturas 5G a nível mundial, com 61%.

De acordo com a Ericsson, entre o final de 2023 e 2029 prevê-se que as assinaturas globais de 5G aumentem em mais de 330% – de 1,6 bilhão para 5,3 bilhões. Prevê-se que a cobertura 5G esteja disponível para mais de 45% da população global até o final de 2023 e 85% até o final de 2029.

“Com mais de 600 milhões de assinaturas 5G adicionadas globalmente este ano, e aumentando em todas as regiões, é evidente que a procura por conectividade de alto desempenho é forte. A implementação do 5G continua e vemos um número crescente de redes 5G autônomas sendo implantadas, trazendo oportunidades para suportar aplicações novas e mais exigentes para consumidores e empresas”, afirma Fredrik Jejdling, Executive Vice President and Head of Networks da Ericsson.

O consumo médio global de dados por smartphone continua crescendo. Estima-se que o tráfego total de dados móveis triplique entre o final de 2023 e o final de 2029 – atribuído a fatores como melhor capacidade dos dispositivos móveis, um aumento de conteúdo com utilização intensiva de dados e melhorias contínuas no desempenho das redes implantadas.

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