GFT abre mais de cem vagas para profissionais de TI
A Algar Telecom iniciou mais um passo para disseminar o modelo Ágil. A companhia está apostando na formação de “agilistas” (ou “agile coaches”) e já formou a primeira turma após um processo seletivo que recebeu um total de 130 candidaturas internas – lista que servirá, inclusive, como um banco de talentos para as próximas edições do programa.
Os interessados passaram por uma análise que considerou seu histórico de contato com o Ágil, avaliação 360 graus e desempenho em uma dinâmica na qual foi dado um problema real de agilidade. Ao final, foram escolhidos onze colaboradores de diferentes áreas e cargos – dentre eles POs (Product Owner), Scrum Masters, consultores de negócios e analistas de TH. Eles receberam um treinamento em cinco etapas que passou por hard skills, soft skills, conceitos, ritos e cerimônias ágeis.
“Essa iniciativa partiu da percepção de que não seria suficiente escalonar a metodologia só a partir da liderança. Estamos vivendo um momento de transição desafiador, de convivência de áreas ágeis com não ágeis, e precisamos do apoio dos novos ‘agilistas’. Eles serão fundamentais para ajudar com o tombamento de outras áreas, trazer melhores práticas e estimular a troca de experiências”, explica Guilherme Rela, head da Estação Algar Telecom.
Entre os participantes está Luciano Marques, que atualmente ocupa a posição de Scrum Master na companhia. “Sempre procurei desenvolver minha carreira com uma atuação diversificada, acreditando que a ‘especialização generalista’ garante trânsito organizacional, alta empregabilidade e acesso a novas oportunidades de trabalho. Agora espero contribuir com a companhia na disseminação da agilidade, ajudando os times a darem os primeiros passos na transição de modelos tradicionais de trabalho para uma cultura com mindset ágil”, conta Luciano.
Hoje, a Algar Telecom tem aproximadamente 400 colaboradores atuando dentro do Ágil. Eles estão divididos nas áreas de Marketing, TI, TIC, Analytics, Produtos, IoT, dentre outras, que já foram 100% tombadas para o modelo entre os anos 2018 e 2020. Essa transformação, que ainda segue em curso, foi iniciada em 2017, quando a companhia criou o centro de inovação Brain em uma estrutura apartada.
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