Companhia insere ofertas de cloud, serviços e infraestrutura em seu portfólio de olho em oportunidades nas verticais de educação, corporativo e governo
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A AD-Digital reestrutura sua operação com a ambição de alcançar um faturamento de R$ 150 milhões até 2017. O movimento considera a criação de três unidades de negócios: Cloud, Professional Services e Tecnologia da Informação.
A ampliação do portfólio visa a atender mais fortemente os mercados de educação, corporativo e governo. A empresa pretende replicar nessas verticais as práticas que adota junto a empresas de Mídia e Entretenimento, setor onde atua desde 1994.
O portfólio das novas unidades contempla soluções para suportar toda a infraestrutura de TI e comunicação das empresas, além de serviços contratados sob demanda.
O processo de transformações desencadeou uma reorganização na estrutura organizacional. No movimento, Jorge Hassen – contratado há alguns meses – ocupará a posição de presidente da AD-Digital. Daniela Souza, fundadora da companhia, desempenhará a função de diretora executiva.
Hugo Nascimento assume a unidade de TI, responsável pela oferta de soluções de infraestrutura, mobilidade, segurança, data center, comunicação unificada e virtualização.
A divisão de Cloud será gerenciada por Sonia Poloni, atual diretora de marketing da companhia. Hugo Carvalho responderá por Serviços, que abriga design de solução, gestão de projetos, instalação, suporte, manutenção e operação da tecnologia.
Toda empresa é uma empresa de mídia
A abordagem adotada como um dos pilares da estratégia de crescimento da integradora de sistemas é o conceito de que toda empresa é uma empresa de mídia, expressão criada por Tom Foremski , um ex-repórter do Financial Times e editor do Silicon Valley Watcher.
Ele defende que, com a internet, tudo mudou e agora toda organização pode quebrar barreiras culturais e estabelecer formas de contato direto com seus clientes, fornecedores e outros stakeholders para construir relacionamentos.
A companhia aposta que plataformas móveis e vídeos habilitarão esse cenário. “No mercado educacional, com o ensino a distância através de videoaulas, na indústria de saúde no processamento de imagens”, lista.
Déborah Oliveira
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Bruna Rocha
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