Acompanhar os desafios do mercado sempre foi uma prática recorrente de grandes varejistas, principalmente porque eles precisam estar em conformidade com os anseios do novo cliente, cada vez mais empoderado e conectado. Pensando sob o ponto de vista da aplicabilidade destes desafios, a consultoria de marketing DOM Strategy Partners reuniu os principais insights após conversar com líderes e executivos das 50 principais varejistas em atividade no Brasil.
A relação está alinhada com macrotendências globais, que são consideradas movimentos importantes e que, também, devem influenciar o mercado de varejo nos próximos anos. “Os produtos não são mais unicamente o centro da relação comercial, os clientes buscam experiência. Serviços e conteúdos agora estarão associados cada vez mais a vias multicanais digitais puros ou integrados aos canais tradicionais”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Strategy Partners.
O novo básico do varejo é o digital. Os clientes atuais e futuros – geração Y, classes emergentes, consumidor 2.0 – estarão cada vez mais online, em rede, participando de comunidades, integrados em diversos devices móveis, convergentes e colaborativos (MCC).
Comunicação, players de outros setores, baixas fronteiras, comparação de preços, múltiplos canais e facilidades de pagamento são aspectos de atenção dobrada.
Diversos formatos, canais, modelos. Todos se convergindo para melhor a experiência do cliente.
Ele precisa estar no formato certo, na hora certa, para pessoa certa, no momento e local certo.
Itens que devem ser diferenciais de valor.
Agilidade, disponibilidade, entrega, controle, aprendizado e sustentabilidade.
A conexão deve ocorrer com consumidores e demais atores.
O processo deve ocorrer com diferentes clusters e segmentos de consumidores abordagem local/singular mais global acessível.
Criação de links RAID (Razão, Emoção, Instinto e Desejo) com diferentes grupos de consumidores.
A Motiva implementou um sistema de atendimento omnicanal da Zendesk para unificar a experiência do…
Na edição mais tecnológica da Copa do Mundo, a inteligência artificial (IA) tem se mostrado…
Por Leonardo Tristão Recentemente, passou a circular nos altos escalões corporativos um relatório provocativo intitulado "The 2028 Global…
A maioria das empresas que hoje investe em inteligência artificial não sabe exatamente quem deve…
A Datamint, startup brasileira de inteligência artificial (IA) voltada à gestão de ativos em operações…
Os consumidores ainda não estão preparados para permitir que agentes de inteligência artificial (IA) realizem…