Internacionalização de empresas: os investimentos globais com a transformação digital devem atingir US$ 3,4 trilhões em 2026, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de cinco anos de 16,3%, segundo o Guia Mundial de Gastos em Transformação Digital do IDC. Ou seja, a transformação digital é cada vez mais essencial a nível global, por isso, a tendência é que empresas que atuam no ramo cresçam exponencialmente e até mesmo internacionalizem seus negócios.
Para ajudar as empresas que desejam se internacionalizar, o fundador e presidente da SoftExpert, Ricardo Lepper, dá cinco dicas:
A primeira dica é possuir a mentalidade de atuação global com pensamento local, isto é, ter um produto que seja utilizado e que possua demanda a nível internacional, mas que, ao mesmo tempo, tenha flexibilidade e adaptabilidade de acordo com as necessidades de cada mercado ou cultura.
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É essencial que as unidades possuam autonomia entre si com gestões descentralizadas. “Claro que a empresa precisa de padrões e normas a serem seguidos com o objetivo de possuir governança. No entanto, a autonomia para a tomada de decisões locais é essencial, uma vez que se mantém a qualidade da companhia a nível global e atribui-se autonomia regional. Um exemplo disso é o valor do produto: essa não é uma medida internacional, é necessário avaliar a mão de obra e o custo de venda de cada mercado para então chegar a um preço. E ter uma precificação de produtos e serviços que não esteja adequada ao mercado e realidade local não potencializa e não dá escala na conquista de novos clientes.”, opina Lepper.
Entrar em um novo mercado para vender soluções é uma missão desafiadora. Por isso, o executivo comenta sobre a importância de exportar capital intelectual e experiência, ou seja, deslocar pessoas do time para o novo país com o intuito de, por meio do conhecimento técnico, conquistar os objetivos.
Buscar a diferenciação dos produtos oferecidos é essencial para ganhar novos mercados, além de fidelizar clientes. O benchmarking é uma boa tática para avaliar em quais produtos investir, ou seja, qual solução da empresa é mais demandada na região em questão.
Ao adentrar em um novo mercado, a marca deve buscar uma comunicação clara com o mercado e usar bem as referências com o apoio de cases em países onde já atua e levá-los às novas regiões.
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