A Intel realizou hoje, 23 de agosto, em São Paulo, a primeira parada de seu Road Show, que vai passar ainda pelas cidades do Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre e Brasília. Em sua 13ª edição, o encontro é uma oportunidade para que canais, VARs, revendas, integradores e parceiros da Intel possam receber treinamentos sobre seus novos produtos e obter expectativas de mercado para os próximos anos.
A grande novidade do evento foi a vinda do vice-presidente mundial e gerente-geral do grupo de PCs da companhia, Mooly Eden, que iniciou todo o ciclo de informações aos participantes. ?Estou hoje aqui para informar a vocês o quanto é importante o mercado brasileiro, não só para a Intel, mas para o mundo. O Brasil passou a Alemanha no consumo de computadores e, agora, é o terceiro maior. Para a Intel, isso vai além, pois consideramos o País a principal economia entre os emergentes?, afirmou Mooly. Segundo o Gartner, o Brasil é o País com maior taxa de crescimento no mercado latino.
De acordo com Mooly Eden, a América Latina é o reflexo do crescimento econômico, pois ?a economia americana está bambeando e a europeia nem se tem o que falar?, brincou o executivo, que afirmou aos presentes: ?hoje vocês fazem parte de um mercado que está apenas atrás dos EUA e China, e é o carro-chefe das Américas?.
Produtos
O executivo teve foco na apresentação e explicação das duas maiores apostas da companhia para os próximos anos: a família de processadores Ivy Bridge e os Ultrabooks. ?Hoje, os processadores Sandy Bridge são menores que os Duo Core, mais potentes (alcançando cerca de 68% mais desempenho que seus antecessores) e muito mais inteligentes. Nossa meta é fazer que a família Ivy Bridge seja ainda melhor e que traga ainda mais recursos gráficos para as máquinas?, disse o VP.
Quanto aos Ultrabooks, Mooly Eden foi enfático em dizer que ?a Intel está totalmente focada no desenvolvimento dessa nova linha de notebooks?, da qual o executivo acredita que serão ?o início da revolução da computação pessoal?. A companhia investirá, até o final deste ano, 300 milhões de dólares para trabalhar junto aos fabricantes de computadores na criação das máquinas.
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