Categories: NegóciosNotícias

Luis Justo: ‘Tecnologia sempre esteve embarcada com o propósito de melhoria de experiência do Rock in Rio’

Após dois anos de pandemia e isolamento social, o Rock in Rio reabriu a Cidade do Rock na capital fluminense para receber 300 shows, mais de 1.200 artistas e um público de 700 mil pessoas em sete dias de festival.

Esse foi também o primeiro evento após o lançamento da rede 5G e, de acordo com levantamento da Tim (patrocinadora do evento), os clientes da operadora utilizaram 133 terabytes de dados – o suficiente, por exemplo, para assistir a vídeos no YouTube por 45 anos e sete meses sem parar. Quase 30% desse volume foi direcionado para upload de fotos e vídeos, mas também foram intensos o envio de mensagens e realização de videochamadas e transmissões em tempo real.

Em entrevista ao IT Forum Líderes, Luis Justo, CEO do Rock in Rio, comentou que a Cidade do Rock foi uma das primeiras cidades do Brasil em que efetivamente tinha o 5G. “A gente tinha um reforço de antena de todas as operadoras para a experiência do público. Mas os clientes especificamente da Tim já puderam degustar um pouco a diferença da operação de fato de 5G com maior velocidade.”

O público, inclusive, foi bastante diversificado. Foram 420 mil pessoas de fora do Rio, o que representa 60% do público do festival, sendo 10 mil pessoas vindas de 31 países diferentes. Após um longo período de instabilidade no mercado de eventos, o retorno do Rock in Rio gerou 28 mil empregos diretos e um impacto econômico de mais de R$ 2 bilhões para o Rio de Janeiro.

“A minha dica sempre, claro que tem todas as atribuições técnicas e profissionais que tem que ter para trabalhar com qualquer negócio, é identificar se os valores que tem naquela empresa casam com o seu e que deixe isso muito claro em uma entrevista de emprego ou ao buscar essa oportunidade”, confidencializa Luis sobre como trabalhar no Rock in Rio.

O executivo também falou sobre a importância da tecnologia para um dos maiores eventos do mundo. “O nosso olhar para tecnologia sempre foi como ela pode ser uma ferramenta para o que é a nossa missão de negócio e o nosso propósito. O Rock in Rio ele existe para proporcionar experiências inesquecíveis através da música e do entretenimento. Então a tecnologia sempre esteve embarcada com o propósito de melhoria de experiência, seja ao fazer imersões físicas como foi o caso da Nave ou imersões fora, como no metaverso”, resumiu.

Confira o bate-papo completo!

Recent Posts

Movida lança agente de IA no WhatsApp em parceria com a Meta e aposta em nova experiência de locação

A plataforma de locação de automóveis Movida lançou um agente de inteligência artificial integrado ao…

2 dias ago

Oracle nomeia Marcelle Paiva como nova VP de vendas, Data&AI Hub na América Latina

A Oracle anunciou Marcelle Paiva como nova vice-presidente de vendas, Go-to-Market (GTM) e ecossistema para…

2 dias ago

Mercado de IPOs de tecnologia ganha força com avanço da IA

O mercado de ofertas públicas iniciais voltou a ganhar tração em 2026, impulsionado principalmente pelo…

2 dias ago

Oracle adiciona US$ 85 bilhões em contratos de IA e encerra trimestre com carteira recorde de US$ 638 bilhões

A Oracle encerrou o quarto trimestre e o ano fiscal de 2026 com resultados recordes,…

2 dias ago

Disputa entre Anthropic e OpenAI expõe divergências sobre o futuro da inteligência artificial

A disputa entre Anthropic e OpenAI ganhou novos contornos e se tornou um dos principais…

2 dias ago

Marketing B2B precisa se reorganizar para atender compradores mais autônomos, diz Forrester

As áreas de marketing B2B precisam rever sua estrutura operacional para acompanhar a transformação do…

2 dias ago