A Kaspersky Lab assumiu a missão de dobrar os negócios no mercado brasileiro dentro de dois anos. A estratégia e também o principal desafio para isso considera ampliar os negócios junto a grandes clientes corporativos, sem perder força entre as pequenas empresas e nas frentes de consumo.
Não é de hoje que a organização mira companhias de maior porte. Atualmente, 50% de seus negócios no País vem do mercado corporativo (a outra metade vem das frentes de varejo). A questão é que grande parte desse volume consiste em negócios gerado na camada de pequenas e médias empresas.
?A presença que temos no mercado de PMEs nos permitirá alcançar novas metas?, pondera Claudio Martinelli, que acaba de assumir a posição de diretor-geral da fabricante no Brasil, substituindo Eljo Aragão.
A jornada rumo ao topo da pirâmide é encarada como uma evolução natural. ?Já passamos pela fase de startup da organização no Brasil. Agora é o momento que chamamos de Kaspersky 2.0?, adiciona o executivo, explicando que isso significa uma empresa mais madura na relação com o mercado.
A fabricante vem trabalhando a adequação de seus produtos, reforçando seus times e alinhando sua base de canais para a ambição desenhada.
São 4 mil revendas trabalhando a marca no corporativo e outras 2 mil lojas vendendo produtos no varejo. ?É um ecossistema grande e bem estruturado?, comenta Martinelli, sinalizando o desejo de incentivar os parceiros nesse momento de ?subir um pouco a régua?.
?Vamos dobrar de tamanho e o canal precisa estar preparado para dobrar de tamanho junto conosco em dois anos?, reforça, sem descartar a possibilidade de recrutamentos pontuais, mas sinalizando que o foco vai ser no amadurecimento em capacitação para oferta de soluções de segurança para ambientes cada vez mais complexos.
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