Os investimentos globais em startups que desenvolvem tecnologias para a captação de energias renováveis (solar, eólica, hídrica) cresceram quatro vezes em 2021 quando comparado ao ano anterior, segundo dados levantados pelo Distrito.
Fundos de venture capital e os investimentos em climate techs, startups que buscam combater os impactos das mudanças climáticas, também dispararam no ano passado. Entre os exemplos de climatechs estão empresas que oferecem carros elétricos, fazendas verticais, proteínas alternativas, edifícios inteligentes e soluções de captura de carbono.
A americana Lowercarbon Capital, por exemplo, levantou US$ 800 milhões em apenas alguns dias, de acordo com o seu fundador, Chris Sacca. Na Europa, o World Fund, criado ainda em 2021, fez US$ 400 milhões, e o 2150 anunciou em outubro que captou mais de US$ 300 milhões.
O movimento acompanha também a conscientização do consumidor sobre questões climáticas, ao mesmo tempo que cresce sua disposição de gastar dinheiro com marcas que demonstrem comprometimento com agendas ambientais.
Um reflexo dessa tendência pode ser identificada nas estratégias anunciadas pelas empresas. Segundo o Distrito, as menções aos termos “aquecimento global”, “mudanças climáticas” e “ESG” em chamadas de ganhos subiram de quinhentas na metade de 2020 para cerca de 2.500 no final de 2021.
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