Isso se deve ao fato do Secure Guard ser baseado em análise de protocolo. “Há algum tempo, as invasões começaram a ser híbridas, e não adiantava mais um IDS que detectasse a presença, avisasse o administrador, mas não conseguisse cuidar da situação, causando muitas vezes danos às redes”, explica Marcelo Bezerra, diretor técnico da Internet Security Systems.
Diferente do IDS comum, a nova solução não fica localizada no switch, passivo na rede. “O Guard se localiza no meio do caminho, entre os servidores, por exemplo, onde é capaz de realizar melhor a sua função”, dizLançado há dois anos nos Estados Unidos, o produto hoje é roda apenas no Windows, mas a empresa espera oferecer em breve a ferramenta para sistemas baseados em Linux.
As vendas no Brasil serão feitas através de parceiros, atendendo de forma direta apenas os grande clientes. Atualmente, a América Latina representa 6% do faturamento da empresa – que é de US$ 243,2 milhões -, onde desse total, o Brasil detém 75% do mercado.
SpaceX, Anthropic e OpenAI estão no radar de Wall Street para possíveis aberturas de capital…
por Eduardo Honorato Falar sobre infraestruturas críticas na Era Digital tem sua própria complexidade dentro…
A adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas não depende apenas da disponibilidade de ferramentas.…
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…