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Intel aposta em experiências intuitivas e redefine estratégia de segurança da informação

Durante a Consumer Electronics Show 2014 (CES 2014), a Intel revelou o desenho de sua estratégia para os dispositivos do futuro e apresentou também uma mudança no segmento de segurança – o fim da marca McAfee, adquirida em 2010 por $ 7,7 bilhões. Conforme explicou o CEO da fabricante, Brian Krzanich, todos os produtos e serviços serão agregados sob a marca Intel Security.

“A complexidade de manter identidades digitais seguras cresce à medida que as aplicações móveis e dispositivos se tornam partes importantes de nossas vidas. A intenção da Intel é intensificar esforços dedicados para fazer o mundo digital mais seguro, à frente de ameaças à informação privada, dispositivos móveis e vestíveis”, afirmou o executivo. Entre os planos da companhia estão oferecer elementos das soluções da McAfee para smartphones e tablets gratuitamente, para sistemas iOS e Android.

Integração e intuição

Para a Intel, o mundo entra em uma era de computação integrada definida não pelo dispositivo, mas pela integração da tecnologia no estilo de vida das pessoas. A empresa frisou tecnologias “imersivas e intuitivas” que passará a oferecer neste ano, por exemplo, sensores humanos baseados em uma nova família de hardware e software chamada Intel RealSense Technology.

Krzanich afirmou que a Intel tem como objetivo acelerar a inovação em dispositivos vestíveis. A abordagem é imaginar e criar dispositivos referências em design e plataformas prontas para os usuários. Entre os produtos, estão desde fones de ouvidos conectados que oferecem capacidades biométricas para o mercado de fitness, bem como tecnologias assistivas integradas a esse tipo de device.

A companhia apresentou também o Edison, microcomputador minúsculo – do tamanho e forma de um cartão SSD, definido pelo CEO como “um PC de classe Pentium completo”. Ele possui um dual-core Quark SOC, roda Linux e ainda possui conectividade Wi-Fi e Bluetooth inerente. Para demonstrar o potencial do Edison, a Intel mostrou um conceito de “babá 2.0” na qual um bebê usava sensores de temperatura e o computador “traduzia” sensações de conforto da criança.

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