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Infraestrutura é mais importante do que nunca, afirma Meg Whitman

A transformação digital está presente em diversos discursos e, mais do que isso, adotada por empresas como imperativo dos negócios – não somente para levar valor ao cliente, mas para se manter relevante. Ir contra essa corrente pode ser fatal.

Para ajudar organizações nessa jornada, Meg Whitman, CEO da Hewlett Packard Enterprise (HPE), reafirmou os esforços da companhia no que ela chama de infraestrutura combinável, que representa “uma mudança no jogo tanto para a HPE quanto para nossos clientes”, disse a executiva durante abertura do evento anual da empresa, o Discover, que acontece nesta semana, em Las Vegas (EUA).

E executiva acredita que essa é uma das tecnologias emergentes que habilitarão a próximo passo na revolução digital. “Na era digital, acreditamos que infraestrutura é mais importante do que nunca”, enfatizou, complementando que players que aportam inovação à tecnologia irão desempenhar papel fundamental na transição da TI tradicional para um ecossistema multicloud que endereça custo e necessidades dos negócios.

A empresa também comunicou novidades para o portfólio de cloud, com o HPE Helion Cloud Suite, que permite que clientes entreguem e gerenciem aplicações em diferentes infraestruturas; o Helion CloudSystem 10, desenvolvido para permitir que empresas criem e implantem rapidamente um ambiente de nuvem de nível empresarial para uma ampla gama de workloads; o Helion Stackato 4.0, plataforma como serviço (PaaS, na sigla em inglês) para desenvolvimento de aplicações que promove agilidade na entrega de aplicações nascidas na nuvem; e o Cloudine 3100 Server, portfólio de servidores para data centers escaláveis.

CSC
Em maio, a companhia anunciou a fusão da unidade de serviços corporativos da HPE, em uma transação que criará um player global de serviços de TI com faturamento anual de US$ 26 bilhões e 5 mil clientes em 70 países. Meg, que já havia declarado que a movimentação era a melhor escolha para o ecossistema de clientes e negócios, ratificou sua posição.

“[O movimento] fornecerá à nossa base combinada de clientes acesso global às ofertas em cloud, mobilidade, desenvolvimento de aplicações e modernização, serviços de processamento de negócios e de TI, big data, analytics e, claro, segurança”, afirmou.

Ela lembrou que a nova companhia apresenta vasta experiência em diferentes vertentes da indústria, como finanças, transporte e saúde. “[A unidade de serviços] trará flexibilidade e agilidade e focará em resultados de negócios mais rapidamente”, completou. Meg também garantiu que a transação para clientes de serviços corporativos da empresa será “suave e sem disrupções”.

*A jornalista viajou a Las Vegas a convite da HPE

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