Destaque como banco privado estrangeiro, na categoria atendimento por e-mail pela revista Business Standard em conjunto com o Centro de Excelência Bancária da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, o HSBC direciona seus investimentos conforme as necessidades de adequação ao novo SPB, principalmente no que tange ao atendimento ao cliente. Dentro do planejamento de TI, até 2005 a meta é centralizar os serviços das 34 regionais da instituição financeira no escritório central.

Em 2001, ano em que o banco investiu pesado em Internet – atingindo oito mil mensagens eletrônicas recebidas mensalmente – o processo de centralização foi concluído nas 19 maiores regionais, sendo que este ano o projeto passa por uma revisão para abarcar as demais.

Apesar de não divulgar os números de investimentos e o orçamento em Tecnologia da Informação, Leignes Andreatti, diretor de operações de TI e telecomunicações do HSBC, explica que para o processo de unificação dos serviços foram usados software desenvolvidos dentro de casa sob a plataforma de servidores da HP. “Separamos os sistemas legados de automação bancária e consolidamos o back office para oferecer um atendimento personalizado aos centros regionais.”

Segundo Andreatti, até 2005 outras ações serão adotadas, como a reestruturação dos sistemas de automação bancária das agências, cuja plataforma será baseada na Web, com Java, para suportar as transações realizadas pelos gerentes. “Hoje, a gerência já pode realizar o acompanhamento do cliente e a venda de produtos e serviços remotamente. Apesar disso, ainda há muito a fazer em relação à infra-estrutura de hardware”, informa o executivo que não adiantou a plataforma a ser implementada..

A exemplo da atualização tecnológica, o data warehouse, que hoje está parte em plataforma baixa e parte em mainframe, será atualizado e as informações corporativas serão separadas daquelas referentes aos pontos de venda. A partir daí, estima o executivo do HSBC, será possível uma maior transparência no desenvolvimento dos serviços e nos canais de teleatendimento, auto-atendimento, Internet banking e agência.

A convergência dos canais de comunicação é outro ponto a ser maturado até 2005. Para isso, em 2001 o Banco investiu na migração para Frame Relay, antes com conexão feita por linha privada. “Por enquanto, apenas dados trafegam pela rede, mas o objetivo é seguir a tendência do mercado corporativo que, num mesmo túnel, terá voz e imagem”, aponta o executivo que ainda vê nas telecomunicações o alto custo dos serviços.

FOCO

• Centralizar informações
• Reestruturação dos sistemas de automação das agências
• Organização do data warehouse

|Computerworld – Edição 366 – 19/06/2002|

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