As organizações com receita de mais de um bilhão de dólares estarão mais cautelosas em 2006 com as despesas de TI, conforme aponta o estudo “Gartner Consulting’s Worldwide IT Benchmark Service”.
De acordo com Howard Rubin, integrante do Gartner consulting, as organizações têm abandonado os gastos reativos e imediatos com TI e deslocado sua estratégia para investimentos de médio e longo prazo.
Os gastos mais significativos com TI neste ano estarão principalmente focados na indústria de produtos ao consumidor. A expectativa é de crescimento de 7,9% nessa área, comparado a um ano estável que foi o de 2005.
A indústria química também deverá reforçar seus investimentos no ano, passando de uma redução de 0,2% na verba em 2005 para um aumento de 5,1% nos próximos 12 meses.
Embora os gastos com TI nos ramos eletrônico e de seguros devam crescer em 7,8% e 6,5% respectivamente, tais percentuais representam queda frente a 2005, quando tais segmentos elevaram seus gastos em 8,3% e 7,7%.
Já as áreas de varejo, serviços profissionais e serviços devem reduzir os investimentos em TI em 2006. As despesas devem ser menores principalmente em varejo, segmento que pretende reduzir em 4,9% seus investimentos. Serviços profissionais pretendem reduzir em 1,7% os investimentos, e transportes, 0,2%.
No estudo, o Gartner pesquisou 1.500 empresas com mais de um bilhão de dólares em receita e com investimentos significativos em TI.
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