Para um notebook ser chamado de Centrino, é preciso que ele use três componentes: um processador Pentium M, um chipset e um adaptador de rede Wireless da Intel. A esse conjunto é dado o nome de Centrino, que se tornou a grande referência em plataformas para notebooks no mundo.
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Agora a Intel lança outra marca, chamada VIIV(
DLNA ) com participação da Sony Electronics, Microsoft Corporation, Philips, Intel Corporation, Hewlett-Packard, Nokia, Matsushita Electric Industrial e Samsung Electronics.
Sobre o Intel on/off switch, ele faz parte do Intel Quick Resume technology que ainda não nos foi explicado com detalhes mas faz parte do southbridge ICH8, existente nos chipsets i945 e i955. Até onde sabemos o botão de ligar e desligar terá um efeito instantâneo tal como é em uma TV, mas o VIIV não é desligado de fato, ele aparentemente continua operando e sendo capaz de servir conteúdo nele contido para qualquer outro dispositivo VIIV da rede, embora visualmente todas as luzes e leds estejam apagados.
A criação do selo VIIV para os dispositivos que atendem o padrão estabelecido é a primeira iniciativa de impacto para popularizar o Digital Home e os “media adapters” que não tem nome (são conhecidos como DMA-Digital Media Adapter – mas nem todos usam essa nomenclatura). Para quem não conhece os “media adapters”, são pequenos dispositivos que ligados por uma rede local recebem conteúdo de um outro PC e passam na TV ou no Home Theater de sua casa. Sua interface é a própria televisão e seu controle remoto e geralmente usam um software proprietário de gerenciamento. O custo atual desses dispositivos é de 200 dólares (modelos da Pinnacle, da Linksys, entre outros). Pela especificação do VIIV é difícil acreditar que o custo se mantenha em 200 dólares por unidade, mas se um notebook Centrino popular já é encontrado por 700 dólares, talvez seja possível.
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Há uma grande e polêmica discussão sobre o Digital Home, se efetivamente é algo que os consumidores querem ou é algo que a indústria de computação e de entretenimento quer. Atualmente a demanda pelos dispositivos DMA é mínima, quase desprezível, e tal segmento tem sido explorado em diversos eventos há pelo menos um ano e meio sem que os consumidores sejam sensibilizados.
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Para indústria de computação é um ótimo negócio porque significa mais chips vendidos por residência, e para a indústria de entretenimento é mais uma forma de veicular seu conteúdo sob a proteção do DRM () que faz parte dos softwares (e provavelmente do hardware) envolvidos. Há indícios que ambas as indústrias estariam subsidiando a implementação dessas tecnologias para a distribuição de conteúdo pago no futuro, tal como é hoje a indústria de celulares.
Essa é uma discussão que vale a pena, porque de fato o consumidor ainda não se sensibilizou pelo uso de um PC na sala. Talvez em parte pela ausência de um padrão como o VIIV para essas interconexões.
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