Guerreiro destacou que as divergências entre Brasil Telecom e a acionista Telecom Italianão podem prejudicar o mercado. Para ele,não existe possibilidade legal de questionamentos sobre os vencedores (a Telecom Italia venceu com ágio de apenas 0,56% sobre o preço mínimo da região II, área onde a BrT estaria concorrendo)de hoje. “A licitação seguiu as regras determinadas pela Anatel, se houve desistência foi por uma decisão empresarial”, declarou.
Sobre o alto ágio em outras regiões, como em São Paulo (40,42%), o executivo considerou que o preço pago é justificado pelo tamanho do mercado. “Mesmo com uma concorrência acirrada das outras bandas, como a BCP e Telesp Celular, é uma região com alto poder de expansão”, justificou. Guerreiro ressaltou que o estado paulista possui, hoje, sete milhões de linhas celulares, mas que deve atingir 20 milhões de usuários em 2005.
O presidente da Anatel não quis comentar sobre as definições sobre a banda C, alegando que esse leilão só será reavaliado após a licitação da banda E, marcada para 13 de março.
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