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Google perde liderança e Apple assume o topo de ranking de marcas globais

Pode ter sido uma boa ideia consolidar todos os negócios do grupo embaixo do nome Alphabet, mas custou à Google a visibilidade de marca junto aos consumidores globais. Pelo menos no ranking FutureBrand Index, estudo de percepção global de marcas das empresas feito pela FutureBrand como um estudo paralelo sobre as marcas que entram no índice PwC Global Top 100 Companies, que mede as maiores em capitalização de mercado.

A edição 2016 foi divulgada nesta quarta-feira (20/07) e trouxe uma novidade: a Google, que ocupava em 2015 o 1o lugar na lista de percepção de marcas, deixou de fazer parte da lista, cedendo seu espaço para a Apple, que em 2015 era o 2o lugar, e, agora como Alphabet, desceu 20 casas e ocupa agora o 21o lugar na lista. Novidade de 2016 também é a entrada da Amazon, Toyota e do Facebook na lista, já assumindo, respectivamente, 8o, 7o e 6o lugares.

O estudo se baseia em entrevistas feitas com 3 mil consumidores e profissionais de mercado em 17 países. Ele confere a percepção favorável sobre as marcas a partir da avaliação de 18 diferentes indicadores que apontam não só a confiabilidade da marca como também a sua autenticidade junto aos consumidores, entre outros itens.  

O dez primeiros colocados no FutureBrand Index 2016 ficaram assim: 

1o lugar – Apple (era 2o em 2015);


2o lugar – Microsoft (era 3o em 2015);

3o lugar – Samsung (era 7o em 2015); 

4o lugar – The Walt Disney Company;

5o lugar – Abbvie (mesma posição);

6o lugar – Facebook (estreia no index);

7o lugar – Toyota (estreia no index);

8o lugar – Amazon (estreia no index);

9o lugar – Celgene (mesma posição);

10o lugar – Gilead (era 4o em 2015)

Empresa de futuro

O estudo de 2016 tem uma novidade: avaliar o potencial das marcas para se manterem fortes no futuro. O FutureBrand define uma “marca de futuro” como sendo aquela que está mais propensa a ter sucesso no futuro não apenas porque é forte agora mas porque tem o balanço na dose certa da percepção sobre seu propósito no mundo com a experiência que entrega aos seus consumidores: laços emocionais, conexão em diferentes pontos de contato e foco em melhorar a vida das pessoas. 

O propósito no mundo se define por ter visão forte do futuro, ser líder transformador em sua categoria e ser capaz de garantir valor sustentável de negócios em tudo, da gestão à diferenciação de preço. A experiência, por sua vez, se define por criar laços emocionais com o consumidor; ter variados pontos de contato com ele e foco em melhorar a vida das pessoas.

O estudo de 2015 tinha 15 empresas consideradas marcas de futuro e agora, em 2016, tem 24 empresas, incluindo a nova Alphabet (veja imagem abaixo). 

Os detalhes e rankings do estudo FutureBrand Index 2016 podem ser acessados nesse site

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