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Google Music pode ser integrado ao Google+

O Google já prepara há algum tempo o lançamento de uma loja online para downloads de música que pode começar a funcionar em semanas. A novidade irá ampliar o Google Music Beta, armazenamento online de música e serviço de reprodução que a gigante de buscas começou a operar em maio, e será integrado ao Google+, a rede social da empresa.

O The Wall Street Journal afirmou que o serviço ainda permitirá às pessoas inscritas nas contas do Google Music e na rede social a recomendarem músicas em suas bibliotecas online aos seus contatos. As canções recomendadas ficarão disponíveis para serem ouvidas de graça – mas apenas uma vez.

A companhia não quis comentar se a informação sobre a novidade é verdadeira.

Ainda não está claro se alguma das quatro grandes empresas de música irá oferecer suas canções para venda, já que os acordos ainda são finalizados. De acordo com o The Wall Street Journal, a Sony Music Entertainment e a Warner Music Group não têm intenção de participar inicialmente.

O CEO da empresa, Larry Page, deixou claro durante o anúncio dos ganhos do terceiro trimestre do Google, que o Google+ será usado para adicionar recursos sociais em outros produtos e serviços da empresa.

A organização adiciona o recurso um ano depois do lançamento do Ping, da Apple – uma rede social conectada ao iTunes – e depois do Facebook integrar – no ano passado – vários serviços musicais (MOG, Spotify, Turntable.fm e Vevo) em sua rede social de 800 milhões de pessoas.

O compartilhamento revisado do Facebook possibilita que as músicas sejam compartilhadas e recomendadas para amigos.

Mas tornar públicas as que são ouvidas é problemático: a revolta de usuários quanto à exposição de seus hábitos musicais levou a Spotify a adicionar um “modo privado de reprodução”.

Ainda não podemos saber se a mistura de rede social e reprodução musical do Google trará problemas de privacidade. Mas essas preocupações ser menores diante da dúvida do apoio das empresas da indústria fonográfica aos seus esforços. O Google não paga pelo armazenamento e reprodução de músicas do usuário. Em contrapartida, a Apple cobra pelas canções armazenadas em seus servidores – se ela não é inicialmente comprada pelo iTunes – e compartilha a receita com as empresas musicais.

Tradução: Alba Milena, especial para o IT Web | Revisão: Thaís Sabatini

 

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