Gigabyte GA-P55A-UD3P ? força e modernidade

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10:11 am - 16 de agosto de 2010

USB 3.0 mostrando sua força

Os dois testes mostrados abaixo falam por si. Inicialmente o HD externo foi instalado em uma das portas USB 2.0 da placa mãe. Usando o software HD Tune a taxa de transferência foi constante na ordem de 30 MB/seg. Mesmo para uma conexão USB 2.0 um valor respeitável! Não há queda perceptível de desempenho nas trilhas final do disco, pois quem limita o desempenho é a interface USB e acaba “equalizando” a taxa de transferência ao longo de todo o disco.

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Por outro lado usando a porta USB 3.0 desta placa Gigabyte tudo mudou de figura. A taxa de transferência média foi quase três vezes mais rápida (101 MB/seg) com pico máximo de 113 MB/seg. Na tela abaixo pode ser vista a normal queda de desempenho nas trilhas finais do disco (devido à diferença de densidade de gravação entre as extremidades). Casualmente o disco USB externo apresentou melhor desempenho que o disco interno SATA usado neste teste. Apesar de serem ambos de 7200 rpm, a diferença de idade entre eles fez com que o modelo “interno” (ligado diretamente na placa mãe) apresentasse 90 MB/seg de taxa de transferência. Cuidado, em momento algum estou afirmando que HDs ligados à USB 3.0 são mais rápidos que ligados na placa mãe, apenas o HD externo teve melhor resultado por mérito da USB 3.0 e principalmente pela qualidade do disco.

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Outro teste que me surpreendeu foi o manjado DVD Shrink. Uso há muito tempo o MESMO DVD para poder comparar precisamente a competência do sistema placa mais processador para a tarefa de decodificar o vídeo. Foram necessários 11 minutos e meio para a tarefa na qual meu velho PC (Core 2 Duo E8400 3.0 Ghz) leva 20 minutos (quase o dobro). Para mim o resultado foi surpreendente uma vez que o processador usado neste teste foi o Core i3 530 (2.93 Ghz), um processador mais moderno, mas não era um Core i5 ou Core i7. Gigabyte P55A mais Core i3 “mandaram muito bem” neste teste em particular!!

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Já que o assunto é vídeo, DVD, etc. a execução de conteúdo em resolução FullHD foi uma “moleza”. Ajudada pela placa Nvidia GT 220 a Gigabyte P55A mais Core i3 não precisou mais que meros 1% a 2% de CPU para a tarefa. Está certo que a GT 220, mesmo não sendo uma placa de vídeo das mais rápidas toma para si boa parte do processamento, mas nunca tinha visto uso de CPU tão baixo neste tipo de teste!

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Testando o Quickboost

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O velho e bom teste SUPERPI também apresentou resultados interessantes. E fiz o teste com duas configurações, com e sem o overclock do QuickBoost. No cálculo de PI com 1 milhão de casas decimais foram necessários 14.5 seg e 11.2 seg respectivamente. 14.5 segundos já é um bom valor para este teste, mas quero destacar que com o Quickboost houve ganho de 30%!!! Sempre lembrando que o processador é um Core i3!!!

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A tela abaixo apresenta apenas as medidas do tempo do cálculo de PI com 1 milhão e 4 milhões de casas decimais calculadas em overclock. Outras precisões não foram medidas e apresentam o mesmo resultado anterior (sem overclock).

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Testei o QuickBoost com outros programas. Estressei o processador a 3.8 Ghz com os programas WPRIME e SiSSandra Arithmetic. Com estes dois não consegui estabilidade a 3.8 Ghz e tive que usar a opção “2” do QuickBoost (3.30 Ghz ? cerca de 13,5% de overclock).

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Para o leitor overclocker de plantão preciso informar que o cooler usado era o “Box”, ou seja, o mais simples possível e nenhuma refrigeração “agressiva” como água, gelo seco ou nitrogênio líquido. Isso foi PROPOSITAL. O overclock foi feito como QUALQUER USUÁRIO FINAL (leigo em overclock) teria feito. Para isso que serve o QUICKBOOST (overclock rápido ao alcance de todos).

Claro que esta placa e este processador têm capacidade de levar o Core i3 além de 3.8 Ghz. Mas exige melhor refrigeração e domínio da “arte” (que não é o meu caso) e por isso overclock extremo não foi por mim testado nesta placa.

Falando em temperatura o Core i3 nesta placa roda “gelado” (obviamente sem overclock), apenas 24 graus centígrados!!  Para quem quiser se aventurar a levar o processador ao extremo, além do QuickBoost existe o EASYTUNE6, software recheado de opções que permitem fazer ajustes finos (também encontrado na BIOS). E não tem porque se preocupar demais. Se algo der errado, a máquina travar, etc. ela ao ser ressetada volta para os parâmetros mais seguros, permitindo usar o PC sem problemas (ou tentar ajustes de overclock menos radicais).

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