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As regras de sobrevivência na era dos aplicativos

Para as pessoas mais acostumadas com o mundo da tecnologia, hoje é praticamente impossível pensar em não recorrer ao smartphone para resolver as mais variadas questões cotidianas.

Podemos dizer que vivemos agora a era dos aplicativos. Seja para a comunicação, trabalho, localização ou solicitar serviços. Enfim, já é possível fazer quase de tudo com alguns toques na tela do seu smartphone. Eles já somam mais de 1,8 milhão existentes em todo o mundo, disponíveis para diversos tipos de usuários.

Os benefícios vão além da praticidade, pois muitos também podem colaborar com a mobilidade urbana das grandes metrópoles. Afinal, a maioria dos aplicativos hoje utiliza a geolocalização para que consumidores e prestadores de serviço possam se encontrar de forma mais fácil e rápida.

Antes, para pedir um táxi, levávamos muito tempo nas ruas esperando passar algum taxista sem passageiro ou mesmo aguardando uma ligação de confirmação da nossa solicitação por um carro. Hoje o processo de chamar e embarcar no táxi pode levar menos de dois minutos.

Do outro lado, os motoristas podem otimizar os seus serviços, fazer muito mais viagens, aumentando sua renda, e sem ter que esperar muito tempo seguindo uma ordem para o atendimento.

E nessa mesma linha seguem os aplicativos para solicitar entregas, que indicam os melhores estabelecimentos da região de acordo com o que o consumidor procura, entre outros tantos que já obtém sucesso do mercado de consumo.

Segundo uma pesquisa realizada pela Nielsen Analytics, os aplicativos de utilidade e produtividade cresceram cerca de 150% no último ano. É exatamente isso que os adeptos de smartphone estão em busca: da facilidade e praticidade.

Enquanto o consumidor tem sede pelo que é novo, o empreendedor tem a vontade de inovar e mostrar opções que se destaquem em meio a dezenas de outros projetos que aparecem todos os dias.

Entre tantas novidades e opções, tanto do lado dos desenvolvedores quanto dos usuários, é importante se atentar a alguns pontos, que podem ajudar a definir os apps que figurarão entre os mais baixados nas lojas virtuais:

● Usabilidade: se o aplicativo é intuitivo e fácil de manusear;

● Rating: avaliações dos usuários em apps semelhantes ou versões anteriores (no caso de desenvolvedores);

● Funcionalidade: é importante que a solução ajude a resolver tarefas do dia a dia.

Enfim, se temos problemas que podem ser solucionados ou amenizados, também temos muitas ideias e bons projetos. Por isso, que venha muito mais!

* Fabien Mendez é CEO e co-founder da Loggi, serviço online de entrega expressa que conecta o usuário diretamente com o mensageiro através do computador ou do celular.

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