Diretamente dos EUA, a rede social Facebook comunicou que publicidades relacionadas ao coronavírus serão analisadas com mais atenção pela companhia, para evitar que sejam divulgadas notícias falsas
ou conteúdos que promovam pânico para gerar alguma compra.
A variação atual do coronavírus (chamada COVID-19) se concentra na China, tendo contaminado 82,5 mil pessoas e provocado 2,8 mil mortes. Atualmente, o vírus começou a ser identificado em outros lugares, como na Europa e Brasil (com apenas um caso confirmado).
De acordo com a rede social, anúncios de produtos que ofereçam alguma espécie de cura ou que usem um senso de urgência para incentivar uma compra serão proibidos dentro da plataforma.
Nas palavras de um porta-voz da empresa, conteúdos como “máscaras com 100% de garantia de impedir a propagação do vírus” são exemplos do que será proibido.
A rede social não é a única a se engajar para mitigar o impacto do vírus na população: plataformas como Pinterest e Tiktok também se posicionaram, afirmando que utilizarão filtros de busca para conter publicações que possam despertar pânico na população.
*Com informações da Reuters
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