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Evite ser a próxima vítima do cibercrime

Era para ser mais um dia normal na rotina da relações-públicas Grasiela Gomes.

Acordou cedo, tomou café e seguiu para o trabalho, de olho na tela do celular, para acompanhar as notícias daquele fatídico 31 de agosto.

Logo veio o susto, mas não com o resultado do impeachment. E, sim, com sua conta no Dropbox: a exemplo de outros 68 milhões de usuários pelo mundo, ela soube que foi hackeada. Além de documentos pessoais e profissionais, informações mais sensíveis, como senhas, também estavam armazenadas lá.

A saída apontada aos usuários por um dos maiores provedores globais de Nuvem Pública do mundo foi a que muitas outras empresas vítimas do cibercrime recorrem: trocar a senha. Grasiela trocou. Mas a preocupação, essa não foi embora.

Portas abertas

Invasões como a ocorrida nos servidores do Dropbox são cada vez mais frequentes e preocupantes. Na economia digital, onde informação é a moeda corrente, uma pequena invasão pode representar cifras astronômicas nas mãos de criminosos.

Se para o usuário doméstico de serviços digitais isso já representa uma dor de cabeça, para as empresas o grau é de enxaqueca, cujo tratamento, no entanto, é deixado para depois, ou ignorado.

Apenas um quinto dos executivos de TI de grandes empresas nos Estados Unidos, Reino Unido, Singapura, Índia e Austrália que participaram de uma recente pesquisa sobre cibersegurança,Vason Bourne afirmou que suas respectivas organizações estão preparadas para combater crimes cibernéticos.

No Brasil, a situação é mais alarmante. De acordo a última edição do Global Information Security Survey, da consultoria Ernst & Young, publicada em maio, mais da metade das companhias brasileiras (63%) está despreparada para enfrentar tal cenário.

A justificativa mais citada pelas empresas na pesquisa é a de restrição no orçamento – mesmo sabendo do risco e que o País é um dos cinco principais alvos do cibercrime mundial, cujos níveis, a propósito, foram recordes entre maio e junho deste ano.

“Hackerpocalypse”: há solução

As atividades criminosas que, mais do que nunca, aproveitam-se da crescente conexão global de pessoas e objetos através da Internet deverão causar um prejuízo econômico anual de 6 trilhões a partir de 2021, diz o novo relatório emitido pela empresa de análise de informação e segurança Cybersecurity Ventures, “Hackerpocalypse: a Cybercrime Revelation”.

O estudo revela que, devido a fenômenos como a “Internet de Tudo”, o volume de dados a ser protegido será 50 vezes maior em 2020 do que hoje. E, nos próximos cinco anos, crescerá 10 vezes o número de pontos aos quais os hackers poderão perpetrar seus ataques.

De fato, o cenário é aterrorizante. Por isso, aos poucos empresas e provedoras de TIC (Tecnologia da Informação), além do trabalho de conscientização do papel dos funcionários na segurança da informação, vêm investindo em soluções de ciberdefesa das mais avançadas para assegurar a eficiência operacional e a proteção de ativos.

É o caso da Embratel. Referência nacional no mercado de soluções de cibersegurança como serviço gerenciado, ela provê tecnologias de proteção multicamadas às empresas – em uma cobertura de ponta a ponta. Entre elas, estão:

– Soluções contra ataques de negação de serviços (DDoS) de volumetria e de aplicação para garantir a plena disponibilidade de operações e serviços;
– Serviços de segurança perimetral, responsável por analisar tráfego de dados na rede e bloquear as tentativas de acessos não autorizados;
– E avançadas ferramentas para proteção local (end points), contra vírus, hackers e spams, entre outras ameaças.

Você sabia?

A Embratel possui o primeiro Centro de Gerenciamento de Segurança instalado no Brasil, com tecnologia e expertise internacionais – responsável por assegurar a qualidade, eficiência e tecnologia de última geração na prestação desse tipo de serviço.

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