Os analistas dizem que os compradores optaram pelas lojas virtuais pelas razões de sempre: variedade, conveniência e preço. Segundo eles, se há alguns anos, o e-commerce costumava ser evitada pelo medo de fraudes com cartões de crédito e outros riscos, agora ele se beneficia da familiaridade da maioria das pessoas com a web.
De acordo com o relatório, os consumidores de lojas online gastaram US$ 3,8 bilhões (16% do total) em roupas e acessórios, US$ 2,5 bilhões (11%) em brinquedos e video games e US$ 2,3 bilhões (10%) em eletrônicos. Foram gastos ainda US$ 2,1 bilhões em hardware e periféricos – pouco mais de um terço em relação ao ano passado.
No Brasil, os números de 2004 também superaram os de 2003. O ITWeb noticiou ontem a previsão para o índice de Varejo Online (VOL) no mercado brasileiro no Natal deste ano. O VOL representa a soma dos volumes de transações de automóveis, turismo e bens de consumo (lojas virtuais e leilões para pessoa física) e é divulgado pela consultoria E-Consulting e pela Camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico).
Segundo o relatório, as vendas devem atingir a marca de R$ 970,3 milhões, valor 42% superior ao movimentado no Natal do ano passado e correspondente a 3,6% do varejo total no país (dados estimados a partir do índice-base do IBGE).
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