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EUA libera novas diretrizes para políticas BYOD

Na última quinta-feira o governo norte-americano deu um passo para atender as demandas de seus próprios trabalhadores liberando novas diretrizes para ajudar as agências federais definirem políticas para permitir que as pessoas usem seus próprios dispositivos para trabalhar.

As diretrizes, embaladas em um documento de 43 páginas elaboradas pelo CIO do Conselho Federal dos Serviços Digitais dos Estados Unidos, não exigem que as agências federais adotem o conceito BYOD, mas garantem a satisfação no trabalho e maior produtividade dos funcionários como principais benefícios da consumerização.

“BYOD oferece opções aos clientes”, diz o documento. “Ao abraçar a consumerização da Tecnologia da Informação, o governo pode resolver as preferências pessoais de seus empregados, oferecendo-lhes maior mobilidade e melhor integração de suas vidas pessoais e de trabalho.”

As diretrizes BYOD são uma peça de uma estratégia mais ampla do departamento de serviços digitais anunciado pelo Escritório de Administração e Orçamento, em maio. Essa estratégia exige que as agências liberem mais dados ao público em formato legível por máquina, estenda mais serviços do governo para dispositivos móveis e torne mais fácil para os funcionários federais a utilização de dispositivos móveis e serviços no trabalho.

Neste ambiente de orçamento apertado ? as agências recentemente foram informadas de que seus orçamentos de TI seriam cortados no próximo ano – as orientações também apontam para corte de custos como um benefício de BYOD.

No entanto, o documento destaca que BYOD não está livre de riscos significativos, que envolvem principalmente segurança. “Implementação de um programa de BYOD apresenta às agências uma miríade de política de segurança, técnica e desafios legais não só para a comunicação interna, mas também para relações de confiança com as empresas e parceiros do governo”, adverte.

Várias agências, incluindo o Exército, estão planejando ou já caminhando para alguma forma de BYOD. O documento destaca numerosos casos de estudos de agências que se deslocam para BYOD. Por exemplo, o Imposto de álcool e tabaco e o Bureau de Comércio usam um dispositivo USB Linux para ligar os laptops pessoais dos funcionários em thin clients, a Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego tem um piloto de BYOD que dá aos empregados o acesso a email, calendários, contatos e tarefas em seu dispositivo móvel pessoal.

Depois de destacar os benefícios e os riscos de BYOD e delinear vários estudos de caso, a orientação destaca cinco amostras de políticas já em uso em órgãos federais. As políticas de amostras vêm do conhecimento de agências que já estão se movendo em direção ao conceito BYOD.

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