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Estudo: governança de dados ganha maturidade nas organizações

A estratégia de governança de dados das empresas está mais madura. Desse modo, a maioria das organizações (87%) estabeleceu um programa de governança de dados ou estão em processo de implementação, em comparação com 49% em 2020. Os dados são do estudo global da “2021 State of Data Governance and Empowerment” conduzido pela Erwin, companhia pertence à provedora de tecnologias de segurança Quest Software.

O panorama revela que os silos entre governança, operações e proteção de dados estão diminuindo à medida que as organizações passam a dominar dados e sistemas para tomada de decisão mais inteligente. Assim, a governança de dados hoje está entre as cinco principais prioridades para a maioria das organizações.

Cerca de 82% das empresas alinharam suas estratégias de governança e proteção de dados, diz o estudo. Além disso, 85% monitoram seus bancos de dados e outros sistemas como parte de seus programas de governança e quase 75% afirmam ter necessidade de melhorar a infraestrutura de dados.

Leia mais: Estudo: cibersegurança é tema importante, mas carece de áreas dedicadas

“Os resultados confirmam uma grande mudança no mercado com a convergência entre governança, operações e proteção de dados. Os chamados silos tradicionais estão diminuindo porque as empresas precisam fornecer inteligência a seus escritórios sobre seus ativos, além dos sistemas que usam e protegem os dados”, frisou Rogério Soares, diretor de pré-vendas e serviços profissionais da Quest Software.

As motivações que justificam a implementação da governança de dados seguem sendo análise (35%), conformidade regulamentar (34%) e melhor tomada de decisão (27%), em linha com os desafios de segurança trazidos pela covid-10 frente à profusão de dados corporativos. A novidade é que as empresas também estão em busca de melhorar a segurança e a qualidade dos dados.

Apesar do avanço dos programas de governança de dados, organizações nem sempre atingem seus objetivos. “Lacunas de habilidades, custos crescentes e o tempo lento para valorizá-los estão se tornando fardos pesados. Para alcançar o ‘nirvana dos dados’, as organizações precisam de especialistas em cargas de dados e capacitar mais pessoas para acessar e analisar dados com confiança”, analisa Soares.

A pesquisa contou com a participação de mais 200 executivos, entre 12 a 22 de março. Dentre os entrevistados estão profissionais de negócios (40%) e TI (60%) responsáveis ​​pela governança de dados em organizações com mais de mil funcionários e receita anual acima de US$ 100 milhões.

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