“Muitas empresas de tecnologia da informação desejam se tornar fornecedoras do governo, porém acreditam que o processo é extremanente cansativo. Buscamos uma ação efetiva com relação a isso”, diz Torquato.
O executivo acredita que o governo precisa da iniciativa privada para prover a inteligência e recursos nos processos de automação de serviços.
Ele destaca as ações do governo para automatizar serviços relativos a tributos e encargos, como o site da Receita Federal e o do Detran, além do portal do Ministério da Saúde.
Torquato apoia a medida provisória que regulamenta processos de certificação digital, por acreditar que ela facilita o relacionamento de negócios eletrônicos, além de garantir a validade do documento digital.
Durante a reunião, também foi definida a divisão de quatro grupos de trabalho, baseados nos temas em discussão no Governo Eletrônico. Os subcomitês criados foram os seguintes: Implantação da Rede Brasil Governo; Universalização do Acesso à Internet; Universalização dos Serviços; e Normas e Padrões para Prestação de Serviços.
A próxima reunião do comitê de e-gov acontece amanhã, dia 28, na sede da Vesta, quando serão determinados os coordenadores dos subcomitês, agenda, objetivos e prazos dos trabalhos.
O evento conta com a participação de empresas como IBM, Credicard, Promon IP, Telemar e Microsoft.
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