Estudo da IBM, realizado com 700 profissionais de 18 indústrias em 35 países – entre eles Brasil, México, Costa Rica, Colômbia, Argentina, Chile, Venezuela e Uruguai – para entender o que a indústria realmente pensa sobre essas tecnologias emergentes e seu potencial, mostra que a era da segurança cognitiva poderá estar entre nós mais cedo do que imaginamos.
De acordo com o levantamento, cerca de 60% dos profissionais de segurança acreditam que as soluções de segurança cognitiva podem frear significativamente os cibercriminosos.
O relatório revela ainda que embora só 7% dos profissionais reivindiquem o uso de tecnologias cognitivas hoje em dia, 21% deles planejam usar soluções do tipo nos próximos dois ou três anos, indicando o potencial três vezes maior para o aumento do uso de segurança cognitiva dentro dos próximos anos.
De acordo com o esrudo, os principais desafios de cibersegurança que a computação cognitiva poderia endereçar estão:
#1 Reduzir o índice de resposta a incidentes e tempo de resolução (45%)
#2: Aprimorar a precisão dos alertas (muitos falso-positivos) (41%)
#3: Manter-se atualizado sobre novas ameaças e vulnerabilidades (40%)
O que exatamente os profissionais de segurança esperam de benefícios com a computação cognitiva?
· Inteligência: 40% acreditam que as soluções de segurança cognitiva vão prover detecção e capacidades de respostas a incidentes na tomada de decisão;
· Velocidade: 37% desejam que as soluções de segurança cognitiva provenham significativamente tempo às respostas a incidentes;
· Precisão: 36% esperam que as soluções de segurança cognitiva aumentem de confiança na hora de verificar eventos e verdadeiros incidentes.
Na opinião de Guilherme Araújo, líder de Segurança da IBM Brasil, muitos desses benefícios estão alinhados com os grandes desafios que as organizações dizem estar enfrentando atualmente. “Assim como com tecnologias emergentes, a maturidade toma tempo e é preciso olhar adiante e ser racional sobre as barreiras e desafios que devem aparecer ao longo da jornada para aplicar a segurança cognitiva”, explica.
Segundo o executivo, os resultados da pesquisa mostram que a comunidade ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento de sistemas de segurança cognitiva – que alavancam tecnologias como Inteligência Artificial, Machine Learning e processamentos de linguagem natural – para auxiliar analistas da área. “Em um mundo ideal, essa tecnologia poderá ajudá-los, provendo informações corretas para o diagnóstico e resposta às ameaças mais rapidamente”, finaliza.
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