Segurança, escalabilidade e resiliência são algumas das características que levaram o Linux a alcançar níveis inéditos de implementação em ambientes empresariais, de acordo com estudo recente encomendado pela SUSE, do qual participaram 200 executivos de TI de empresas de médio e grande porte. A maioria delas com mais de 5 mil funcionários, dos setores de serviços financeiros,
assistência médica, indústria, governo, varejo e educação. Deste total, 83% executam Linux em seus
servidores e mais de 40% como o principal sistema
operacional ou como uma das suas principais plataformas.
Os principais motivos para a adoção do Linux incluem seu baixo custo total de propriedade (TCO, na sigla em inglês), maior desempenho e o desejo dos clientes de evitar a dependência de fornecedores.
Além disso, o Linux é, cada vez mais, o sistema operacional escolhido para aplicações corporativas fundamentais. Muitas empresas estão executando ou planejam executar aplicações de bancos de dados (69%), armazenamento de dados (62%), inteligência de negócios (62%), gestão de relacionamento com clientes ou CRM (42%) e planejamento de recursos empresariais ou ERP (31%) em servidores Linux nos próximos 12 meses.
“Nós sabíamos que o Linux tinha progredido bastante durante os 20 anos de operação da SUSE e estamos satisfeitos pelos dados nos mostrarem isso claramente. Hoje, a questão relevante não é por que ou quando você deve utilizar o Linux, é onde você deveria estar utilizando o Linux. Empresas que não consideram ativamente o Linux como a base das suas iniciativas de transformação ou modernização de data center correm o risco de ficar para trás em termos financeiros e tecnológicos”,diz Michael Miller, vice-presidente de marketing e alianças globais da SUSE.
Os resultados
do estudo foram compilados em abril e maio de 2013.
Entre outras conclusões do estudo estão:
• Bancos de dados (17%) e inteligência de
negócio (17%) são as aplicações mais populares executadas em Linux,
seguidas por servidores web (14%), sistemas de CRM (12%), armazenamento
de dados (12%) e aplicativos personalizados/verticais (8%).
• Ao avaliarem o Linux como uma alternativa ao
UNIX, as prioridades são suporte, segurança e habilidades internas.
• Quase 60% dos participantes concordam que
mudar para plataformas de software livre como o Linux garantirá que as
suas organizações evitem a dependência de fornecedores.
“É evidente que o Linux continuou a amadurecer tanto como uma base
para nuvens em grande escala, quanto como um forte concorrente para o
tipo de cargas de trabalho empresariais que anteriormente estavam
confortáveis apenas em sistemas RISC/UNIX ou grandes sistemas Microsoft
Server”, afirma Richard Fichera, vice-presidente e analista principal da
Forrester Research.
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