O game Pokemón Go recebeu tremenda atenção nas últimas semanas. Desde seu lançamento, o jogo que usa recursos de realidade aumentada virou febre entre jovens (ou nem tão jovens assim) ao redor do mundo. Em meio a todo alvoroço, empresas buscam formas diversificadas de pegar carona no fenômeno.
Nessa terça-feira (26/07), a plataforma de serviços GetNinjas divulgou um comunicado curioso à imprensa. No texto, anunciava que pretendia contratar mestres Pokémon em São Paulo. A abordagem foi uma forma de a companhia chamar a atenção para vagas de estágio.
A empresa está, de fato, com posições de estágio em Business Intelligence (BI) e em Performance Digital abertas. Assim, a conexão entre o trabalho e o jogo não é assim tão próxima (embora faça bastante sentido).
Pelo argumento da GetNinjas, os jovens contratados executarão tarefas que lhes ajudarão a ampliar conhecimentos sobre dados e análises para os negócios. E, com essas habilidades, poderão “se tornar o próximo mestre do jogo de realidade aumentada”.
Para participar do processo seletivo, o candidato precisa estar cursando engenharia, matemática ou física, ter boa capacidade de interpretar dados numéricos e históricos e interesse em aprender programação/lógica e SQL, além de auxiliar no planejamento estratégico da área, buscando oportunidades de melhorias e insights para o negócio.
“Ansiedade de ter o app Pokémon Go instalado e uma Pokédex completa com uma geração Pokémon é desejável, pois os Pokémons podem aparecer a qualquer momento no escritório”, acrescenta o anúncio.
A companhia oferece aos estagiários um “ambiente de trabalho descolado, com sinuca liberada durante os churrascos que acontecem na varanda, liberdade para se vestir como preferir, incentivo à atividade física durante o expediente, com basquete e yoga, opções de lanches saudáveis e gostosos e remuneração competitiva”.
Eduardo L’Hotellier, CEO e fundador da companhia, foi quem teve a ideia de estimular a disputa pelos Pokémons no escritório da empresa.
“A GetNinjas tem em seu DNA a contemporaneidade, sem deixar de pensar no futuro que a realidade aumentada pode agregar para os nossos negócios. Estudantes que estão de olho nas possibilidades que a febre Pokémon Go tem a oferecer serão reconhecidos profissionalmente por aqui”, afirma o empreendedor. Na equipe Ninja, quase metade dos 80 colaboradores já estão esperando para capturar os Pokémons raros que vão aparecer no escritório.
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