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Em 2018, 40 dispositivos e coisas em cada residência estarão conectados

Em 2018, cerca de 40 dispositivos e coisas por residência estarão conectados entre si, possibilitando novas experiências digitais. Essa é a aposta de Jessica Ekholm, diretora de pesquisas do Gartner.
A especialista ressalta, no entanto, que não se deve esperar que “consumidores saiam correndo para lojas a fim de comprar essas soluções domésticas conectadas”, observa, completando que a expectativa é de crescimento lento, com early adopters fazendo as honras quando o assunto são compras para casas conectadas.
A maior oportunidade para serviços para consumidores em internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) está em saúde e fitness, seguido por infotainment (uma mistura de informação e entretenimento) automotivo; e segurança para casas e proteção.
Em 2016, a previsão é de que 3,5 milhões de coisas conectadas estejam em uso, o que representa 87% do total ativo de IoT para consumidores. Seguindo esse ritmo, a expectativa é de chegar a 10,6 milhões de unidades em 2020.
Experiência do usuário
O principal desafio de fornecedores de dispositivos e serviços, para Jessica, será agradar aos usuários. “Eles estão no cerne da mudança”, que tem como principal objetivo a experiência do usuário.
E falando em usuário, a “appficação” da vida das pessoas continuará em crescimento exponencial, de acordo com a especialista. De acordo com Jessica, isso se deve ao fato que os consumidores veem em aplicativos móveis sua principal fonte de interação digital com suas marcas favoritas.
Apesar do interesse atual em aplicativos, também há uma mudança com relação ao número de downloads, especialmente em mercados, tem se estabilizado. Isso significa, segundo Jessica, que a maioria dos usuários irá baixar e usar regularmente apenas 10 aplicativos ou menos e isso está criando um enorme gargalo nas lojas de aplicativos e forçando desenvolvedores a priorizar e refinar.
Uma pesquisa realizada pelo Gartner no terceiro trimestre de 2015 com 3.024 consumidores dos EUA, Reino Unido e China apontou que mídias sociais (85%), mapas (74%) e vídeos (73%) são os aplicativos de smartphones mais utilizados.

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