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Eleições sem fake news: três preocupações da justiça para 2020

Preocupados com a difusão de fake news nas eleições que envolverão a disputa pelas prefeituras e câmaras de vereadores em 5.570 municípios no próximo ano, o Tribunal Superior Eleitoral está prestes a votar novas regras, estabelecendo a obrigatoriedade de checagem de informações antes de serem divulgadas e usadas em peças publicitárias das campanhas.

Mas qual é a importância das novas regra? De acordo com informações divulgadas pelo Jornal Folha de São Paulo, pela primeira vez, uma minuta de resolução do TSE, norma que estrutura a atuação da Justiça Eleitoral durante as eleições, conta com um mecanismo voltado para o combate ao compartilhamento de notícias falsas.

Confira três motivos para colocar fim às fake news durante as eleições:

Fazer diferente da campanha de 2018

Quem acompanhou de perto a última campanha presidencial percebeu que as famosas fake news chegavam de toda parte, principalmente pelas redes sociais. Muita gente recebeu disparos automáticos de mensagens em massa e foi impactado por essas informações. De olho neste cenário, o TSE prevê que em 2020 as fake news ganhem uma dimensão maior do que em 2018. Por isso, a inclusão de um artigo sobre fake news deverá servir como um parâmetro para os juízes eleitorais em primeira instância.

Minuto de checagem

Para ajudar a combater a desinformação e diminuir as Fake News, o TSE disponibilizou  em sua página dicas de como reconhecer notícias falsas, além de uma série de conteúdos com informações para conscientizar os cidadãos sobre a importância de não compartilhar qualquer conteúdo sem verificar a fonte e a veracidade da informação. Acesse o link para conferir.

Regras para as redes sociais

As regras para as propagandas políticas na televisão e rádio são claras e, quem não cumpre, pode enfrentar
consequências. O TSE quer trazer essa confiabilidade para os outros meios de comunicação. Com a nova regra, as mensagens enviadas por sistemas de disparo em massa que têm como intuito divulgar uma informação, deverão diminuir – diferente do que aconteceu nas
eleições de 2018.

Então você já sabe! Não acredite em tudo o que chega pelas redes sociais. Confira as informações nos principais veículos de comunicação.

*Por Beatriz Augusto Destefani, jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Sócia-fundadora da Comunica PR. Desde 2015, atua como assessora de comunicação em diversos segmentos como: Decoração, Negócios, Tecnologia, Startups/Empreendedorismo e Saúde.

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