Largamente utilizada em smartphones, a memória NAND tem algumas vulnerabilidades preocupantes. Durante palestra no IT Forum Expo/Black Hat, o Chief Breaking Officer da Atredis, Josh “M0nk” Thomas, falou sobre como é possível apagar dados e até queimar o chipset de um dispositivo móvel através de seu kernel.
Sobre a segurança desta memória, Thomas explica “que não é difícil de ‘quebrar’ a memória NAND”. Uma vez dentro, é muito fácil marcá-la como “bad”, o que impossibilita o acesso do usuário a todas informações contidas nela. “Nenhuma ferramenta disponível pode restaurar os dados de um bloco NAND marcado como bad”, completa o especialista, que garante que a restauração só pode ser feita pela pessoa que invadiu o sistema.
Project Burner
O Project Burner é a exploração de uma outra vulnerabilidade da NAND. Thomas explica que, através do kernel de um dispositivo, você pode controlar seu Power Management Integrated Circuits (Circuitos Integrados de Gestão de Energia, em tradução livre). Através dele, é possível fazer um overclocking da memória. Com uma alta voltagem, é possível “fritar” o chipset. Caso ela seja diminuída, os dados contidos são “congelados”, o que impossibilitaria de o usuário fazer qualquer alteração.
A plataforma de locação de automóveis Movida lançou um agente de inteligência artificial integrado ao…
A Oracle anunciou Marcelle Paiva como nova vice-presidente de vendas, Go-to-Market (GTM) e ecossistema para…
O mercado de ofertas públicas iniciais voltou a ganhar tração em 2026, impulsionado principalmente pelo…
A Oracle encerrou o quarto trimestre e o ano fiscal de 2026 com resultados recordes,…
A disputa entre Anthropic e OpenAI ganhou novos contornos e se tornou um dos principais…
As áreas de marketing B2B precisam rever sua estrutura operacional para acompanhar a transformação do…