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Dia do Professor: 15% sofreram com falta de conectividade na pandemia

No dia dos professores, 15 de outubro, a TIM divulgou uma pesquisa que mostra as dificuldades enfrentadas pelos professores durante a pandemia. A falta de acesso à internet lidera as reclamações, citada por 15% dos respondentes. Os educadores citaram também o desafio de manter a atenção dos alunos durante as aulas online (12%) e o despreparo das famílias para apoiar os estudantes (11%). Ainda assim, 8% das pessoas se queixaram de despreparo dos professores para conduzir as aulas à distância.

A operadora entrevistou 128 mil clientes do plano pré-pago de todo o país, para compreender a importância da docência. Os próprios profissionais da educação também participaram do levantamento, compartilhando suas visões sobre a profissão e dificuldades enfrentadas na pandemia.

Quando questionados sobre a relevância do professor para a vida, 68% dos entrevistados avaliam como uma profissão “muitíssimo importante” e 12% como “importante”. Porém, 11% consideram “pouco” ou “nada importante”, enquanto 9% mostraram indiferença, analisando que a figura de um professor é “nem muito nem pouco importante”.

Leia mais: IBM quer capacitar 30 milhões para ‘profissões do futuro’ até 2030

Cerca de 11% dos respondentes que exercem ou exerceram a função de professor elencaram os prós e contras da profissão. Dentre as vantagens, o fato de poder ser uma influência para o futuro da sociedade e de poder contribuir com a formação das pessoas empataram com 25%. Já 21% citaram a oportunidade de contribuir para uma melhora do país e somente 9% veem a profissão como fonte de renda.

Quanto às desvantagens da profissão, foram mencionadas a falta de reconhecimento (22%), a baixa remuneração (20%), a falta de respeito (18%) e também a falta de interesse e dedicação dos alunos (17%). O estresse elevado também foi pontuado (16%), bem como a falta de engajamento do país em relação à atividade docente (11%).

O mapeamento, realizado em setembro por meio da plataforma TIM Ads, considerou respostas de clientes com idades a partir de 14 anos, sendo o principal público respondente das faixas etárias até 24 (50%) e até 35 anos (30%). Entre as 128.479 pessoas ouvidas, 11% identificaram-se como professores ativos ou aposentados, sendo 44% da rede pública, 32% de escolas privadas e 32% particulares.

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