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DevOps: Chef, Puppet, Vagrant, Logstash …. quanta ferramenta! Mas, o que utilizar?

O mercado tem demandado muitas mudanças para o setor de tecnologia, pedindo mais agilidade em todos os aspectos. Começamos a ouvir falar de inúmeras ferramentas para facilitar a vida de todos, realizando automação de processos que antes eram manuais. Porém, nem tudo são flores! Existe a necessidade de uma readaptação, tanto dos desenvolvedores de softwares como de administradores de sistemas.

Eu, particularmente, gosto de algumas ferramentas para agilidade em ambientes de desenvolvimento e produção, mas isso não quer dizer que sejam ferramentas ideais para qualquer setor/segmento que a TI esteja atuando. Essas ferramentas estão disponíveis e o primeiro passo é testar, testar, testar. O segundo, é não desistir! Nem sempre são tão simples como parecem e também nem sempre resolvem todos os problemas como prometidos em suas propagandas.

Existem cenários tão específicos que temos que utilizar conhecimento e a bagagem que temos nestes ambientes para conseguir aplicar a automação através destas ferramentas. Um exemplo disso, são instalações e comandos que exigem interação do usuário para confirmação ou configuração. Saber utilizar a plataforma que você está aplicando, facilitará a criação do processo de automação e, claro, não terá a solução completa. Muitas vezes você terá que fazer a moda antiga, utilizando obash, por exemplo.

Mas qual ferramenta é melhor?

A resposta é simples! A que melhor você ou setor se adapte. E, além disso, a que melhor atende os requisitos do negócio.

Importante nos alertarmos sobre isso. Muitas vezes, os setores de tecnologia acabam escolhendo ferramentas sem se atentar ao negócio e acabam utilizando um “elefante para matar uma mosca”. Além do tempo desprendido para aprender, testar e colocar em produção, tal ferramenta conta com o risco de cair em desuso e, sem que haja as manutenções, para que as mesmas continuem suprindo as necessidades com as constantes mudanças.

Um cenário clássico em ambiente de desenvolvimento é a questão dos testes. As vezes, escrevemos apenas no início os testes e, com o desenvolvimento contínuo da aplicação, a trilha desenvolvida deixa de cobrir novas funcionalidades. Para o setor de operações, podemos citar as ferramentas de monitoramento, pois como existe a evolução do sistema a cobertura de monitoramento deve evoluir constantemente.

O importante é que a ferramenta se solidifique no dia a dia dos setores de tecnologia e que realmente agreguem valor para negócio agilizando processos rotineiros e de muita importância. Depois da primeira experiência, com certeza você ou o seu setor de TI vai querer utilizar e ter mais e mais processos de automação.

 

(*) Eduardo Soares é IT Manager na Dextra Sistemas

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