As atenções se voltaram para o assunto quando um cliente da companhia de segurança Websense foi vítima dessa ?extorsão eletrônica, quando uma infecção codificou arquivos incluindo documentos, fotografias e planilhas. Logo em seguida, os crackers enviaram uma nota de resgate, que incluía um endereço de e-mail e, mais tarde, os atacantes pediram US$ 200 para desbloquear os arquivos.
No caso em questão, a infecção se deu a partir da visita com um navegador desprotegido a um site comprometido. A infecção bloqueia pelo menos 15 tipos de arquivos de dados e deixa uma nota com instruções para enviar um e-mail a determinado endereço e comprar a chave para desbloquear. Na resposta ao e-mail, o cracker pediu o depósito de US$ 200 via internet banking. “Envio o programa para o seu e-mail”, garantiu o atacante. Em sua matéria, a Associated Press tentou o contato com o endereço, mas não obteve resposta.
O FBI diz que este caso não se parece com nenhuma outra extorsão praticada na web. Os especialistas em segurança e empresas de antivírus já estão atualizando seus programas de proteção para prevenir este tipo de ataque. Entretanto, analistas afirmam que não há registro de que este tipo de ataque esteja se disseminando, e o site que originou a infecção já foi tirado do ar.
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