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Como desenvolver um plano estratégido de e-business

Antes disso, no entanto, Arnaldo destaca que é fundamental que a empresa reflita sobre o porquê entrar na Web, quais os objetivos e em que momento isso deve acontecer para então, a partir daí, pensar em como implantar e que ferramentas usar.

Sempre falando sob o ponto de vista do CIO, o diretor da Price adverte que fazer isso sozinho, mesmo baseado em leitura ou em informações de fornecedores, não é o melhor caminho. “Este deve ser um esforço conjunto de diversas áreas, que no caso de uma indústria, por exemplo, deve incluir a produção e a parte comercial”, completa Arnaldo.

Quando à hora correta para dar início a uma estratégia de e-business, Edson Arnaldo cita exemplos que mostram que isso vai depender de uma série de fatores que vão da imposição de parceiros até a concorrência, sempre referindo-se ao business-to-business. Ele explica que algumas empresas são obrigadas a entrar porque o cliente, no caso o comprador de matéria-prima, partes e peças assim exige. E cita o exemplo da General Motors, que só negocia com seus fornecedores via Internet.

Outro caso apontado pelo executivo é o de empresas que são obrigadas a entrar na Web por uma questão estratégica, como hoje já acontece com aquelas da indústria de material de construção, química e farmacêutica, principalmente em função da necessidade de participarem de mercados eletrônicos hoje já presentes nestas áreas.

E Arnaldo cita também o caso daquelas que não precisariam estar entrando agora e que poderiam estar direcionando seus investimentos, no momento, para outras áreas.

Outro aspecto a ser enfocado por Arnaldo em sua palestra são os riscos que as empresas correm ao entrar na Web. Ele destaca a necessidade de todas as informações estarem disponíveis, integradas e automatizadas dentro da empresa para que esta esteja apta a responder: eu tenho o produto ou eu posso produzir e eu entrego. “Essa é a primeira análise a ser feita”, ressalta, acrescentando que a segunda preocupação é saber o que atacar antes, com que metodologia e com que ferramentas.

“As escolhas certas fazem parte do plano onde o CIO tem uma função fundamental”, define Arnaldo. Segundo ele, depois disso este profissional precisa fazer com que tudo tenha continuidade e que esteja sempre atualizado.

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