Mais de 19 mil e-mails trocados entre integrantes do Comitê do Partido Democrata dos Estados Unidos, o qual tem como principal nome na corrida presidencial Hillary Clinton, foram vazados na última sexta-feira (22/7) pelo site WikiLeaks, conhecido por sua atuação em divulgação de documentos de governos do mundo todo.
O Comitê sugeriu que a ação tenha sido de iniciativa da Rússia para ajudar a oposição (no caso, o candidato Donald Trump). O Kremlin, equivalente à Casa Branca do país, foi enfático ao afirmar que a alegação é absurda.
O vazamento levou à renúncia da presidente do Comitê, a deputada da Flórida Debbie Schultz. Isso porque o conteúdo das mensagens trocadas por ela e outros seis dirigentes teria apontado que a máquina foi usada para tirar Bernie Sanders da disputa pela vaga com Hillary.
O FBI ainda está investigando como o incidente ocorreu e se assessores e organizações consideradas próximas da candidata também podem ter sido comprometidas.
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