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Com quatro anos de vida, Axyon vislumbra R$ 36 milhões em faturamento

Quatro anos e 30% dos fabricantes descredenciados do portfólio foram o suficiente para a distribuidora de valor agregado Axyon, criada por sócios egressos do mercado de TI brasileiro, atingisse o que considera como maturidade de perfil. Hoje, com mais de 50 marcas não-convencionais em sua lista de fornecedores, a empresa, de 30 funcionários, faturou cerca de 30 milhões de reais em 2012. O objetivo  é crescer 20% sobre este valor em 2013, o que daria perto de 36 milhões de reais.

?Hoje somos mais criteriosos?, comenta Rodrigo Martini, diretor de vendas e marketing da companhia, em conversa com a CRN Brasil. ?Nos primeiros anos de vida, era uma loucura, uma ansiedade… fechávamos um contrato com fabricante por mês. Era um momento diferente?, lembra.

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A companhia nasceu com o objetivo de trazer marcas diferenciadas ao Brasil. Com foco nas verticais de áudio e vídeo, telecomunicações e outras soluções de TI (especialmente mobilidade), contabiliza em sua base empresas como Yamaha, Konftel, Aerohive e Cyberoam. O carro-chefe, porém, fica a cargo do portfólio de segurança física da Samsung, linha que veio complementar seu portfólio em seu primeiro ano de vida, com a aquisição da distribuidora local GVI.

?Temos o trabalho de tropicalizar as marcas. É uma atuação mais difícil do que o posicionamento de um distribuidor convencional, que vende, por exemplo, Microsoft ? uma marca já extremamente difundida?, pontua.

Segundo o executivo, desde que iniciou os trabalhos, muitas empresas mostraram a intenção de entrar no Brasil, especialmente por conta do momento de forte aquecimento da economia visto nos últimos anos. Muitos deles, explica, entraram de forma errada, sem avaliar direito a dinâmica do mercado, a aderência ao produto e momento de compra dos CIOs brasileiros. Desta forma, assim como chegaram, com grande rapidez, também saíram.

?O canal está receoso com novas marcas?, justifica o executivo. ?Por isso, hoje estamos apenas fazendo pareceria com empresas que tenham plano de longo prazo para o Brasil. A companhia inseriu, neste ano, dez marcas ao portfólio. Outras quatro ou cinco são preparadas para 2014. ?Vamos complementar soluções que já temos, especialmente em torno de switch e storage?, explica.

São cerca de 600 revendas parceiras da distribuidora de valor agregado, que pretende incrementar seu ecossistema em 20% no ano que vem.

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