“Código mal escrito” gera perdas de US$ 85 bi por ano às empresas

Aumentar a produtividade geralmente está entre as prioridades de qualquer empresa. E em tempos de transformação digital, otimizar a performance dos desenvolvedores se tornou primordial. Porém, um estudo divulgado pela Stripe em parceria com a Harris Poll com mais de mil desenvolvedores e mil executivos C-Level de cinco países, aponta que esses profissionais passam 40% da sua jornada semanal lidando com problemas de manutenção, como depuração e refatoração, além de correção de “código mal escrito”. Segundo a pesquisa, o impacto disso equivale a quase US$ 85 bilhões em custo de oportunidade perdido anualmente em todo o mundo, de acordo com os cálculos sobre o salário médio do desenvolvedor por país.

Para ajudar as empresas a superarem esse desafio, a Impulso aposta na formação de times de tecnologia autônomos (Remote Squads) aliada à cultura ágil, como meio para alcançar eficiência e qualidade na gestão de projetos e desenvolvimento de produtos.

“Hoje, a Impulso possui mais de três mil profissionais multidisciplinares com experiência em todas as etapas de desenvolvimento de software. Essa rede não para de crescer, assim como nossos investimentos em mentoria e aperfeiçoamento constante desses profissionais. Isso é essencial para que nossos clientes sejam produtivos e altamente competitivos”, explica Rafael Miranda, Diretor de Comunidades da Impulso.

Falta de profissionais qualificados preocupa executivos

O estudo aponta ainda que, para os executivos do alto escalão das empresas, a falta de talentos para desenvolvimento é uma das maiores ameaças potenciais a seus negócios (61%). Essa preocupação aparece na quarta colocação da lista dos principais temores dos empresários, sendo que as primeiras são relacionadas a atividades ligadas aos profissionais de TI: segurança/violação de dados (66%), crescimento das regulações (62%) e ruptura da indústria de tecnologia (62%), respectivamente.

“Acreditamos que esse estudo mostra um retrato real da situação de muitas empresas. Inovar requer talentos capacitados, que acompanham a evolução do mercado, são flexíveis a mudanças, têm agilidade e estão engajados com os objetivos de produtividade e negócios da empresa. É preciso mudar a forma como os times são montados. Escolher profissionais aliando conhecimento técnico a propósito é a chave para formar equipes realizadas e de alta performance”, afirma Rafael Lima, CEO da Impulso.

Recent Posts

Movida lança agente de IA no WhatsApp em parceria com a Meta e aposta em nova experiência de locação

A plataforma de locação de automóveis Movida lançou um agente de inteligência artificial integrado ao…

11 horas ago

Oracle nomeia Marcelle Paiva como nova VP de vendas, Data&AI Hub na América Latina

A Oracle anunciou Marcelle Paiva como nova vice-presidente de vendas, Go-to-Market (GTM) e ecossistema para…

12 horas ago

Mercado de IPOs de tecnologia ganha força com avanço da IA

O mercado de ofertas públicas iniciais voltou a ganhar tração em 2026, impulsionado principalmente pelo…

12 horas ago

Oracle adiciona US$ 85 bilhões em contratos de IA e encerra trimestre com carteira recorde de US$ 638 bilhões

A Oracle encerrou o quarto trimestre e o ano fiscal de 2026 com resultados recordes,…

12 horas ago

Disputa entre Anthropic e OpenAI expõe divergências sobre o futuro da inteligência artificial

A disputa entre Anthropic e OpenAI ganhou novos contornos e se tornou um dos principais…

13 horas ago

Marketing B2B precisa se reorganizar para atender compradores mais autônomos, diz Forrester

As áreas de marketing B2B precisam rever sua estrutura operacional para acompanhar a transformação do…

13 horas ago