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Cinema e educação: startup brasileira propõe novo modelo de educação corporativa

A edtech brasileira Witseed surgiu em 2017 com a proposta de ajudar profissionais e empresas a atingirem seus objetivos na carreira. A empresa promete produção de conteúdo cinematográfico a partir das demandas das maiores empresas do Brasil, propondo preencher uma lacuna na educação corporativa.

Segundo seus fundadores, Miguel Fernandes e Bruno Leonardo, a ideia partiu do propósito de resolver quatro grandes problemas nos modelos atuais de ensino: falta de conexão com os desafios de mercado; experiência de educação pouco atrativa; falta de orientação e falta de seleção e qualificação. Ainda de acordo com a startup, a empresa começou a faturar mais de R$ 1,3 milhão em menos de dois anos.

“Percebemos um gap educacional no mercado. As empresas voltadas para esse segmento, em especial para o público corporativo, não tinham conteúdo devidamente personalizado e apresentavam vídeos com falta de curadoria”, afirma Leonardo, CEO da Witseed, que possui 15 anos de experiência no mercado de educação executiva.

Atualmente, a Witseed possui 25 clientes corporativos. O objetivo é alcançar 60 empresas até o final do ano. “Queremos ser a principal fonte de conhecimento para os profissionais que buscam aprender continuamente, sendo então referência em ensino de longo termo no Brasil, já que ajudamos a aumentar o engajamento das pessoas na hora de estudar, de acordo com cada ritmo e necessidade dos alunos”, explica Leonardo.

A startup trabalha com o que chama de academias temáticas de ensino. Entre elas está o que batizou de “HRAcademy”, com conteúdos voltados para o setor de RH das empresas. A Witseed pretende expandir criando novas academias, com programas voltados para vendas, finanças e liderança.

“Quando tornamos a experiência de aprendizado mais atraente, ajudamos profissionais e empresas a crescerem. Nosso sistema de inteligência artificial é peça fundamental para entender a necessidade de cada profissional, indicar os melhores vídeos para ele e assim continuar crescendo e contribuindo com as empresas”, finaliza Miguel Fernandes.

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