Cada vez mais, os gestores municipais tomam consciência da necessidade de adotarem tecnologia para darem uma resposta mais rápida e eficiente aos problemas dos habitantes das cidades. A Frost & Sullivan listou cinco linhas de atuação que devem ser perseguidos por administradores públicos que queiram melhorar a relação com os cidadãos.
De acordo com a consultoria, o primeiro ponto fundamental reside em promover a participação dos munícipes através de ferramentas de autosserviço. Dessa forma, aplicações para dispositivos móveis, quiosques ou serviços de resposta a incidentes frequentes são alguns elementos que permitem aos habitantes o acesso mais rápido à informação.
Outro tema é o alinhamento dos canais de comunicação às preferências dos habitantes. Existe a tendência, sinaliza a Frost & Sullivan, para um aumento na utilização de redes sociais, aplicativo para dispositivos móveis e sistemas de mensagens instantâneas. “O contacto direto, por e-mail ou respostas por voz, não deverá crescer, podendo até sofrer uma redução”, sinaliza.
O terceiro conselho é sobre compartilhar publicamente, e de forma transparente, dados que demonstrem a velocidade de resposta do governo local. A consultoria considera que isto reforçará a participação do cidadão.
O passo seguinte seria usar esses dados coletados para otimizar serviços prestados. “Com o tempo, os centros de contato permitem criar um perfil individual do cidadão-como-cliente, com base nas suas solicitações”, defende. Isso ocorre graças a ferramentas avançadas que mapeiam o fluxo de interação.
Por fim, as cidades inteligentes precisarão adotar uma postura que coloca o cidadão no centro dos projetos. “As iniciativas isoladas de interação não funcionam”, garante a Frost & Sullivan, que recomenda que a prefeitura tenha uma ferramenta que centralize informações dos cidadãos.
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