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Cidades inteligentes melhoram a vida do cidadão. Veja como

Como as cidades inteligentes melhoram a vida do cidadão? Um estudo da IDC, realizado a pedido da Huawei, buscou uma resposta para essa questão mostrando que o uso da tecnologia é a força motriz para melhorar os aspectos socioeconômicos de uma sociedade.
Entrevistas com operadoras de telecomunicações, forças policiais, prefeituras e provedoras de soluções para centros de comando e controle, identificou que para esse grupo uma cidade inteligente provê mais segurança para os cidadãos por meio da utilização de câmeras de segurança para monitoramento de vias públicas, do trânsito, da meteorologia, do consumo de água e energia elétrica e até mesmo da iluminação pública, notificando quando uma luz de determinada rua está queimada ou com problemas, por exemplo.
De acordo com o levantamento, conectividade é fundamental para as cidades digitais. Todos os serviços e as aplicações necessitam de conectividade e é a base para que tudo se desenvolva em cidades inteligentes.
Além disso, constatou o levantamento, flexibilidade é imperativo no desenho das redes. A conectividade disposta tem de ser flexível e configurável, permitindo que novos tráfegos e aplicações também se beneficiem dela. Adotar essa diretriz nos estágios iniciais de desenvolvimento diminui enormemente as chances de uma futura aplicação não ser suportada pela infraestrutura disponível.
Outro item destacado pela pesquisa são parcerias com desenvolvedores de aplicativos e sistemas para acelerar iniciativas na área. Projetos de cidades inteligentes são de porte muito grande e demandam conhecimentos avançados sobre muitos mercados e nichos específicos, de maneira que, independentemente do tamanho e da experiência do fornecedor, é impossível possuir sozinho conhecimento adequado, capacidade de implantação e experiência de gestão do sistema como um todo. Parceiros e provedores maduros já perceberam essa realidade e se aliaram a outras empresas, visando melhorar sua proposta de valor e capacidade de entrega.
O estudo conclui que uma cidade não se torna inteligente de repente. O mais importante é que exista um planejamento de longo prazo aliado a ações de curto prazo, contemplando as iniciativas de cidades inteligentes que discutimos e que suporte aplicações futuras.

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