Brasil tem de acompanhar evolução do 3G, diz Qualcomm

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10:09 pm - 23 de maio de 2011

No entanto, frente a este cenário, o presidente da Qualcomm no Brasil, Marco Aurélio Rodrigues, salientou que, se o País se atrasar mais neste processo, ficará fora do mercado de venda de aparelhos, software e serviços.O Brasil é um grande exportador de aparelho, mas, se fabricarmos aqui com tecnologia diferente da usada lá fora, perderemos espaço, justificou.

Para ele, a Anatel tem de fazer uma nova regulamentação do serviço móvel para depois engrenar a discussão sobre como se dará o leilão da freqüência 3G.Mas este assunto já começou com atraso. Assim, teremos as primeiras redes somente em 2008, afirmou.

Rodrigues defendeu que o governo não pode obrigar ninguém a fazer 3G, mas deve tirar a barreira para as operadoras que queiram investir na terceira geração.O governo deve facilitar para que os fornecedores modernizem suas redes, justificou.

Oferta de freqüência 1,9GHz

Garantir a Vivo única operadora CDMA do Brasil uma cobertura digital nacional é, na opinião de Marco Aurélio Rodrigues, a única maneira de solucionar o problema do roaming de seus assinantes em Minas Gerais e na região Nordeste e de diminuir fraudes e clonagem.

O presidente da Qualcomm defende que a única solução a curto ou médio prazo é a oferta da freqüência 1,9 GHz WLL.A Anatel teria de disponibilizar esta freqüência que hoje é subutilizada.

Segundo ele, não há um tratamento isonômico para a operadora CDMA.A Vivo tem o maior número de assinantes, mas é a que possui a menor quantidade de espectro.

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