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Brasil fica em 84º no ranking global de velocidade média de conexão

Brasil ocupa 84ª posição no ranking de velocidade média de conexão, atrás de outros países da América Latina como México (57ª), Equador (62º), Chile (68ª) e Colômbia (74ª). O país apresentou velocidade média de 2,7 Mbps no terceiro trimestre de 2013, segundo o estudo “State of the Internet”, produzido pela empresa de soluções de aceleração e segurança na internet Akamai, que fornece um relatório global sobre a web com base em dados colhidos em sua plataforma. Na análise, a empresa considera países que tenham mais de 25 mil endereços de IP conectados à sua rede.

Na América Latina, a velocidade média de conexão variou de 3,9 Mbps no México a 1,1 Mbps na Bolívia, países que ficaram 57ª e 136ª na colocação, respectivamente. Mesmo com crescimento de 10% em comparação ao segundo trimestre do mesmo ano e um aumento de 19% em relação ao último período de um ano, a velocidade média de conexão do Brasil caiu quatro posições no ranking do estudo – no trimestre anterior ocupava a 80ª posição, com 2,4 Mbps.

De julho a setembro de 2013, o relatório registrou aumento de 10% na média global de velocidade de conexão, alcançando 3,6 Mbps, sendo que 122 países ou regiões registraram aumento de velocidade média de conexão.  Em contraste ao mesmo trimestre do ano passado, o crescimento foi de 29%, com todos os dez países com maior evolução demosntrando crescimento igual ou superior a 27%.

Quanto à média de picos de conexão, o Brasil registrou 16,7 Mbps, queda de 10% sobre o segundo trimestre de 2013 e aumento de 1,9% em relação ao último ano, caindo do 71º lugar para o 73º ranking global. Na América Latina, os picos variaram de 8 Mbps (Venezuela, em 130ª) a 18,5 Mbps (Equador, em 64ª).

Ameaças

O relatório que também analisa o tráfego de ataques durante o período de 185 países ou regiões, dez a menos do que o verificado no trimestre anterior, aponta China como a principal fonte de ameaças em volume, com 35%. A Indonésia, caiu para segunda posição do segundo para o terceiro trimestre, e originou 20% do tráfego, enquanto os EUA permaneceram na terceira colocação, com 11% dos ataques. Já o Brasil é 6ª maior fonte de ataques do mundo no período.

 

 

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