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BMC explica o que acontece quando um provedor de nuvem pública sofre uma interrupção

Provedores de nuvem pública, como Amazon e Microsoft, têm permitido avanços nos negócios e na tecnologia por onde quer que olhemos, desde assuntos relacionados à economia até o nosso próprio cotidiano. Mas o que acontece quando um deles para de operar? Quais são os impactos na sua vida?

Enquanto pessoa física, pode ser considerada uma simples inconveniência, algo como se o scanner não conseguisse ler seu cartão de embarque. Entretanto, caso você seja um empresário e tenha apostado nesse tipo de tecnologia para obter maior agilidade e redução de custos em seus negócios, uma pane da nuvem pode paralisar as atividades e diminuir as receitas.

Esta é uma realidade assustadora para os empresários, tanto que não conseguem mensurar quais são os reais prejuízos, e ficam se perguntando: “Quais foram os serviços afetados e por quanto tempo?”; “De quanto foi a perda de receita?”; “O que os clientes e o mercado dizem sobre nós?”; “O problema que tivemos hoje foi causado pela interrupção da nuvem ou outro serviço deu errado?”. Não é fácil rastrear essas adoções dentro de um negócio, uma vez que a velocidade da concorrência faz com que os aplicativos liberados e críticos sejam centralizados e controlados pela TI.

Pode ser estranho, mas muitas empresas não sabem qual é a real dimensão do que têm armazenado na nuvem. “Os recursos em nuvem têm sido adquiridos a um ritmo surpreendente por equipes e departamentos em toda a empresa, a fim de suportar aplicativos de negócios e impulsionar sua transformação digital”, afirma Shayne Higdon, Presidente de Performance & Analytics da BMC. “Com isso, os provedores em nuvem melhoraram os negócios, mas trouxeram um desafio maior: responder e mensurar como uma pausa impactou negativamente a empresa.”

Atualmente, as companhias digitais exigem mais e mais da TI, como:

•  Suporte com novas e mais rápidas tecnologias para proporcionar agilidade aos negócios;
•  Recuperar e manter uma visão panorâmica e centralizada cada vez mais complexa;
•  Fazer melhor uso dos dados para ajudar a conduzir a ação antes que os problemas sejam sentidos pelos usuários;
•  Preparar-se para a falha com remediação automatizada e a capacidade de deslocar cargas de trabalho da nuvem para outro local e para volta;
•  Amarrar custos de saída e receita de entrada para os serviços de transformação que têm sido lançados.

A promessa da nuvem é real e a aposta é segura, porém, apresenta novos desafios. As organizações de TI que as abordarem mais rapidamente estarão melhor posicionadas para não apenas apoiar, mas realizar sua transformação corporativa digital. E, ao invés, de perguntar “o quão doloroso foi a interrupção?”, eles podem questionar de quanto foi o lucro enquanto seus concorrentes estavam fora do ar.

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