O Banco Central de Bangladesh abandonou as investigações sobre o ataque hacker ao sistema de transferências bancárias Swift, que resultou em um rombo de US$ 81 milhões nos cofres da instituição.
O banco teria contratado a empresa de segurança FireEye para realizar a investigação, mas decidiu encerrar o contrato, recusando pedido de prorrogação para mais horas de trabalho. Os autores do roubo continuam sem serem identificados. A ideia da Mediant, unidade de investigação da FireEye, era descobrir como cibercriminosos conseguiram invadir o sistema.
Investigações locais apontaram que, na época do ataque, as defesas da instituição eram fracas – o banco não estaria usando firewall e teria adquirido roteadores baratos para permitir a conexão com o Swift.
Apesar disso, Atiur Rahman, ex-líder da instituição bancária que foi pressionado a renunciar após o ataque, culpa uma falha no sistema Swift pelo ocorrido. “Bangladesh não deve ser culpado por algo te dado errado na cadeia”, afirmou ele recentemente. O executivo apontou, em especial, o Federal Reserve Bank of New York, instituição na qual o Banco Central de Bangladesh tinha seu dinheiro guardado.
A plataforma de locação de automóveis Movida lançou um agente de inteligência artificial integrado ao…
A Oracle anunciou Marcelle Paiva como nova vice-presidente de vendas, Go-to-Market (GTM) e ecossistema para…
O mercado de ofertas públicas iniciais voltou a ganhar tração em 2026, impulsionado principalmente pelo…
A Oracle encerrou o quarto trimestre e o ano fiscal de 2026 com resultados recordes,…
A disputa entre Anthropic e OpenAI ganhou novos contornos e se tornou um dos principais…
As áreas de marketing B2B precisam rever sua estrutura operacional para acompanhar a transformação do…